O Itaú (ITUB4) registrou lucro de R$ 12,6 bi no 3T26, alta de 6,7% em um ano, com Índice de Basileia (medida de solidez de capital dos bancos) de 15,4%. O banco também revisou a alíquota de IR/CS para 28% a 29% na projeção de 2026. A YDUQS (YDUQ3) aprovou a incorporação da Afya e convocou assembleia de acionistas.

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Outros resultados do 3T26: a Suzano (SUZB3) lucrou R$ 2,1 bi e projetou dívida líquida abaixo de US$ 14 bi em 2026. A Vale (VALE3) projetou produção de 335-345 Mt de minério de ferro em 2026. A Localiza (RENT3) registrou lucro líquido de R$ 1,1 bi, a Sabesp (SBSP3) teve lucro líquido de R$ 1,4 bi e aprovou JCP (juros sobre capital próprio, forma de remuneração ao acionista) de R$ 0,75 por ação. A Vibra (VBBR3) lucrou R$ 2,5 bi, e a Axia Energia (AXIA3) lucrou R$ 1,1 bi, sendo R$ 1,8 bi no resultado ajustado. A Klabin (KLBN11) fechou acordo para uma SPE florestal com aporte de R$ 1,2 bi.

Na PRIO (PRIO3), o lucro foi de US$ 521 mi no 3T26, alta de 468%, e a produção de outubro foi de 196,4 mil boepd. As ações caíram 15,40% na semana. Na Tupy (TUPY3), o lucro de R$ 54 mi reverteu o prejuízo anterior, e os papéis subiram 18,88%. Na Smart Fit (SMFT3), o lucro líquido recorrente foi de R$ 248 mi, com alta de 17,59% nas ações. Na Petrobras (PETR4), a Fitch elevou o perfil de crédito individual para 'bbb+'.

Na Oncoclínicas (ONCO3), a Justiça suspendeu a assembleia extraordinária, e a empresa obteve adesão de credores a R$ 4,3 bi na recuperação. A Lojas Renner (LREN3) descontinuou a projeção de crescimento da receita. Houve ainda aviso de participação relevante: BlackRock na Copasa (CSMG3), GQG Partners na Axia Energia (AXIA3) e MAK Capital na Hapvida (HAPV3), cada um com 5%.

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