O Banco BMG (BMGB4) registrou lucro líquido recorrente de R$ 141 mi no 3T26, ante R$ 157 mi no 2T26, R$ 148 mi no 3T25 e R$ 116 mi no 3T24. O ROAE (retorno sobre o patrimônio líquido médio) foi de 13,6% no trimestre, contra 15,5% no 2T26, 16,6% no 3T25 e 11,6% no 3T24. Nos 9M26, o lucro somou R$ 446 mi, ante R$ 388 mi nos 9M25, e o ROAE ficou em 14,4%.

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A margem financeira somou R$ 1.559 mi no 3T26 (19,9% ao ano), ante R$ 1.512 mi no 2T26 e R$ 1.345 mi (16,5%) no 3T25. A margem após o custo do crédito foi de R$ 878 mi (10,9% ao ano), contra R$ 881 mi (10,6%) um ano antes. As despesas de pessoal, administrativas e operacionais somaram R$ 612 mi, e o índice de eficiência foi de 46,8%, ante 52,4% no 2T26 e 57,8% no 3T25.

A carteira de crédito totalizou R$ 23 bi no 3T26, ante R$ 24,1 bi no 2T26 e R$ 23,5 bi no 3T25. O consignado privado chegou a R$ 1,6 bi, o crédito pessoal subiu 31,3% em 12 meses e os cartões consignados recuaram 14,4%, para R$ 11,2 bi. O banco cita a mudança de mix da carteira e a menor dependência do consignado INSS.

A despesa líquida de PDD (provisão para devedores duvidosos) foi de 7,9% da carteira média no trimestre, ante 4,0% no 3T25. A inadimplência acima de 90 dias foi de 5,6%, ante 4,2% no 2T26, e o Estágio 3 ficou em 8,0%, ante 6,4%. O banco informa índice de cobertura de 144% e queda da inadimplência de curto prazo (15-90 dias) de 3,2% para 2,7% no trimestre.

O índice de Basileia foi de 13,5%, ante 13,3% no 2T26, e o Nível 1 de 10,2%. O LCR (índice de liquidez de curto prazo) ficou em 464% e o NSFR (liquidez de longo prazo) em 125%. A captação somou R$ 32,7 bi. O banco realizou cessão sem retenção de riscos de R$ 1,5 bi de cartões consignados e emissão pública de Letras Financeiras em outubro de 2026. As novas concessões de cartão consignado INSS estão suspensas desde o final de abril de 2026.

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