A Estée Lauder (EL) divulgou em 4 de novembro de 2026, em evento para investidores em Xangai, sua meta para o ano fiscal de 2030. A empresa projeta margem operacional ajustada (non-GAAP, exclui itens que a companhia considera não recorrentes) de 16,5% a 18,5% no ano fiscal de 2030. Também prevê crescimento orgânico das vendas líquidas na casa de um dígito médio ao ano e crescimento de dois dígitos no lucro por ação (EPS) diluído ajustado até o ano fiscal de 2030.

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A companhia afirma que a margem operacional ajustada foi de 11,2% no ano fiscal de 2026, ante 8,0% no ano fiscal de 2025. A maior expansão de margem deve ocorrer no ano fiscal de 2028, com o ganho integral dos benefícios do Profit Recovery and Growth Plan (PRGP, plano de recuperação de lucro e crescimento), cujas iniciativas aprovadas serão concluídas até o ano fiscal de 2027. A empresa também espera reduzir despesas que não são voltadas ao consumidor e manter investimentos voltados ao consumidor.

A empresa projeta que a alíquota efetiva de imposto ajustada chegue a 30% ou menos até o ano fiscal de 2030, ante 35,7% no ano fiscal de 2026. Até lá, espera maior lucro, menos pagamentos de reestruturação e melhor gestão de capital de giro, o que deve elevar o fluxo de caixa operacional e o fluxo de caixa livre. Para o ano fiscal de 2028, prevê encargos de reestruturação de US$ 40 mi a US$ 50 mi antes de impostos, excluídos das métricas ajustadas.

A Estée Lauder também elevou a projeção para o ano fiscal de 2027: crescimento das vendas reportadas de 5,0% a 6,5% (antes 3% a 5%) e das vendas orgânicas de 4,0% a 5,5% (antes 3% a 5%). A margem operacional ajustada deve ficar entre 12,9% e 13,7% (antes 12,7% a 13,5%), e o EPS diluído ajustado deve crescer de 28% a 38% (antes 24% a 34%). No 1º trimestre fiscal de 2027, as vendas reportadas subiram 7%, as orgânicas 6% e o EPS diluído ajustado 125%.

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