A Kimberly-Clark (KMB) registrou lucro líquido de US$ 1,8 bi no terceiro trimestre de 2026, ante US$ 454 mi no mesmo período do ano anterior. O lucro atribuível à empresa foi de US$ 1,79 bi e o lucro por ação (EPS) diluído foi de US$ 5,37, ante US$ 1,34. O resultado inclui ganho antes de impostos de cerca de US$ 1,4 bi com a conclusão da transação da área International Family Care and Professional (IFP), reportada como operação descontinuada.
A receita das operações continuadas foi de US$ 4,1 bi (US$ 4.134 mi), queda de 0,4%. As vendas orgânicas caíram 1,3%, com impacto de cerca de 270 pontos-base da disrupção em redes sociais na China. O lucro operacional foi de US$ 516 mi, ante US$ 621 mi, com encargos de US$ 106 mi ligados à aquisição da Kenvue e US$ 55 mi da Iniciativa de Transformação de 2024. A margem bruta foi de 34,9%, ante 36,0%.
Nas operações continuadas, o EPS diluído foi de US$ 1,19, ante US$ 1,01. O EPS ajustado (non-GAAP, exclui itens que a empresa considera não recorrentes) das operações continuadas foi de US$ 1,70, alta de 17,2%, e o lucro operacional ajustado foi de US$ 677 mi, queda de 0,9%. O EPS ajustado atribuível à Kimberly-Clark foi de US$ 1,70, queda de 6,6%.
Nos nove meses, a empresa gerou US$ 2,4 bi de caixa operacional e pagou US$ 1,3 bi em dividendos. A dívida total das operações continuadas era de US$ 6,5 bi em 30 de setembro de 2026, ante US$ 7,2 bi no fim de 2025. A aquisição da Kenvue foi concluída em 2 de novembro de 2026.
Para 2026, a empresa reafirmou a projeção sem a Kenvue. Espera crescimento do lucro operacional ajustado na faixa de um dígito médio e do EPS ajustado das operações continuadas na faixa de um dígito alto, ambos em moeda constante.







