A Intel (INTC) registrou lucro líquido atribuído à empresa de US$ 3,3 bi no terceiro trimestre de 2026 (encerrado em 26 de setembro), queda de 18% ante o mesmo período do ano anterior. A receita somou US$ 16,5 bi, alta de 21% sobre o 3T25. O lucro por ação diluído (EPS) foi de US$ 0,60, ante US$ 0,90 no 3T25.
Em base ajustada (non-GAAP, exclui itens que a empresa considera não recorrentes), o lucro líquido foi de US$ 2,8 bi, alta de 169%, e o EPS ajustado ficou em US$ 0,52, ante US$ 0,23 um ano antes. A margem bruta GAAP foi de 43,0% (38,2% no 3T25), e a margem operacional GAAP, de 15,3% (5,0%). A geração de caixa operacional foi de US$ 5,1 bi, e o fluxo de caixa livre ajustado, de US$ 1,6 bi.
Por segmento, a receita de Data Center e IA (DCAI) subiu 78%, para US$ 7,3 bi. A de Client Computing and Physical AI Group (CCPG) caiu 5%, para US$ 8,1 bi. A Intel Foundry teve receita de US$ 6,7 bi, alta de 58%. A Intel Foundry registrou prejuízo operacional de US$ 1,9 bi no trimestre.
No trimestre, a empresa concluiu uma oferta pública de ações de US$ 23 bi e anunciou planos de adquirir a Classiq, de software de computação quântica. O CEO Lip-Bu Tan afirmou que a prioridade imediata é "liberar oferta adicional para atender à demanda extraordinária" pela família Xeon. O CFO David Zinsner disse que a empresa vê a desaceleração do mercado de PCs "continuando pelo menos até o primeiro semestre do próximo ano".
Para o 4T26, a Intel projeta receita de US$ 15 bi a US$ 16 bi e EPS de US$ 0,10, com EPS ajustado de US$ 0,25. A margem bruta projetada é de cerca de 37,1% (GAAP) e 38,0% (ajustada).





