A Paranapanema (PMAM3), em Recuperação Judicial, informou em 5 de novembro de 2026 que a B3 concedeu novo prazo adicional para que suas ações voltem ao valor mínimo de cotação. O prazo termina na data da assembleia que aprovar as demonstrações financeiras de 31/12/2026 ou em 30/04/2027, o que ocorrer primeiro. A concessão atende a requerimento da companhia.

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Mesmo com a prorrogação, desde 04/11/2026 as ações da Paranapanema passaram a ser negociadas de forma não contínua, conforme informado pela B3. Nesse formato, os papéis ficam em leilão durante toda a sessão, com fechamento dos negócios ao final do pregão, até que a cotação volte ao valor mínimo.

O pedido de prorrogação se baseia na expectativa da administração de que os efeitos das medidas de reestruturação e da liquidação de parcela relevante do passivo histórico sejam absorvidos pelo mercado nesse período, refletindo na cotação. Em paralelo, a empresa informou que adotará as medidas necessárias para formalizar o grupamento de suas ações (redução da quantidade de ações em circulação, com aumento proporcional do preço) em assembleia extraordinária.

A companhia afirmou que manterá o mercado informado sobre eventuais desdobramentos relevantes do tema.

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