A CVS Health (CVS) registrou lucro líquido de US$ 2,2 bi no terceiro trimestre de 2026 (US$ 2.171 mi), ante prejuízo de US$ 4,0 bi (US$ 3.990 mi) no mesmo período de 2025. O lucro por ação (EPS) foi de US$ 1,68, contra prejuízo de US$ 3,13 por ação um ano antes. A empresa explica que a diferença reflete a ausência de uma baixa contábil de US$ 5,7 bi em ágio (goodwill), registrada no 3T25.

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A receita total subiu 5,4%, para US$ 108,4 bi, ante US$ 102,9 bi no 3T25, impulsionada pelo crescimento nos segmentos Health Services e Health Care Benefits. O lucro operacional foi de US$ 3,6 bi, contra prejuízo operacional de US$ 3,2 bi no ano anterior. O lucro por ação ajustado (non-GAAP, exclui itens que a empresa considera não recorrentes) foi de US$ 2,09, ante US$ 1,60 no 3T25. O lucro operacional ajustado subiu 21,2%, para US$ 4,2 bi.

No segmento Health Care Benefits, o lucro operacional ajustado foi de US$ 912 mi, ante US$ 314 mi, e o índice de custo médico caiu para 91,3%, de 92,8%. No Health Services, a receita subiu 9,5%, para US$ 54,0 bi. No Pharmacy & Consumer Wellness, a receita caiu 2,0%, para US$ 35,5 bi, e o lucro operacional ajustado subiu 10,6%, para US$ 1,6 bi. O fluxo de caixa operacional acumulado em nove meses foi de US$ 15,3 bi.

A CVS elevou a projeção para 2026: lucro por ação de pelo menos US$ 6,98 (antes, entre US$ 6,84 e US$ 7,04) e lucro por ação ajustado de pelo menos US$ 8,20 (antes, entre US$ 7,90 e US$ 8,10). O fluxo de caixa operacional deve ser de pelo menos US$ 15,5 bi, ante pelo menos US$ 11,5 bi. A receita esperada é de pelo menos US$ 420,0 bi. A empresa mantém visão cautelosa para o restante do ano, diante de custos ainda elevados e possíveis pressões macroeconômicas.

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