O Grupo Fleury (FLRY3) registrou lucro líquido de R$ 264,3 mi no 3T26, crescimento de 42,9% sobre o 3T25, quando somou R$ 184,9 mi. A margem líquida subiu de 8,4% para 10,6%. A taxa efetiva de imposto foi de 17,3%, 556 bps abaixo do 3T25, reflexo de melhor expectativa de aproveitamento do benefício tributário da Lei do Bem e de JCP (Juros sobre Capital Próprio) no ano.
A receita bruta chegou a R$ 2.695,5 mi, alta de 13,3% (9,9% orgânico) ante o 3T25. A receita líquida foi de R$ 2.485,0 mi, avanço de 13,4%. O B2C cresceu 14,1% (9,3% orgânico), o B2B avançou 12,7% e os Novos Elos subiram 8,4%.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 672,2 mi, alta de 12,2%, com margem de 27,1%, ante 27,4% no 3T25. O lucro bruto foi de R$ 718,1 mi, com margem de 28,9%. No acumulado de 9M26, o lucro líquido foi de R$ 687,4 mi, alta de 33,1%, e a receita bruta somou R$ 7.620,3 mi.
O fluxo de caixa operacional foi de R$ 798,5 mi, alta de 11,1%. A dívida líquida encerrou setembro em R$ 2.275,5 mi, equivalente a 1,0x o EBITDA dos últimos 12 meses. O custo médio da dívida é de CDI + 0,68%. O ROIC (retorno sobre o capital investido) foi de 18,7%. O Capex (investimentos) somou R$ 102,8 mi, queda de 18,4%.
A companhia concluiu a aquisição do Femme em maio de 2026 e anunciou em outubro a compra do Unilab, rede de laboratórios de Atibaia (SP), por R$ 55 mi. A teleconferência de resultados será em 6 de novembro de 2026, às 11h.





