A Tapestry (TPR) registrou lucro líquido de US$ 360 mi no 1º trimestre fiscal de 2027, encerrado em 26 de setembro de 2026, ante US$ 275 mi no mesmo período do ano anterior. O lucro por ação (EPS) diluído foi de US$ 1,76, alta de 38%. O EPS ajustado (non-GAAP, exclui itens que a empresa considera não recorrentes) foi de US$ 1,82, alta de 32%.
A receita somou US$ 1,9 bi (US$ 1.894 mi), alta de 11% sobre os US$ 1,7 bi do ano anterior. Em base pro forma (sem a Stuart Weitzman, vendida em agosto de 2025), o avanço foi de 12%. A marca Coach cresceu 16%, para US$ 1,7 bi, e a Kate Spade recuou 10%, para US$ 233 mi. A Grande China teve alta de 43%.
O lucro operacional foi de US$ 424 mi, com margem de 22,4%. O lucro operacional ajustado foi de US$ 439 mi, alta de 24%, com margem de 23,2%. A margem bruta foi de 78,6%, alta de 230 pontos-base. O fluxo de caixa operacional foi de US$ 197 mi, e o fluxo de caixa livre ajustado, de US$ 56 mi, ante US$ 103 mi um ano antes. A dívida total era de US$ 2,56 bi, e o caixa, de US$ 782 mi.
A empresa devolveu cerca de US$ 700 mi aos acionistas no trimestre, incluindo US$ 600 mi em recompra de cerca de 4,6 milhões de ações (buyback), a custo médio de US$ 130. O conselho declarou dividendo trimestral de US$ 0,4625 por ação, a ser pago em 21 de dezembro de 2026 a quem tiver ações em 4 de dezembro de 2026. A projeção de retorno ao acionista em 2027 subiu para cerca de US$ 2,0 bi, com recompra de US$ 1,7 bi, US$ 350 mi acima da meta anterior.
A Tapestry elevou a projeção para o ano fiscal de 2027: receita de US$ 8,5 bi a US$ 8,6 bi (antes, US$ 8,4 bi a US$ 8,5 bi) e EPS ajustado de US$ 8,25 a US$ 8,35 (antes, US$ 7,80 a US$ 7,90). Para o 2º trimestre fiscal, projeta EPS ajustado de cerca de US$ 3,05. O próximo resultado está previsto para 4 de fevereiro de 2027.







