A HBR Realty (HBRE3) registrou prejuízo líquido gerencial de R$ 28,9 mi no 3T26, redução de 3,7% ante o prejuízo de R$ 30,0 mi no 3T25. O resultado foi pressionado pelas despesas financeiras, em ambiente de juros elevados. A receita líquida gerencial somou R$ 58,8 mi, alta de 17,6%.

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O NOI (Net Operating Income, resultado operacional líquido dos imóveis) gerencial foi de R$ 36,5 mi, alta de 15,3%, com margem de 62,1%. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 28,1 mi, alta de 43,6%. O EBITDA Ajustado foi de R$ 27,1 mi, alta de 22,9%, com margem de 46,2%. O resultado financeiro foi negativo em R$ 52,2 mi, com despesas financeiras de R$ 56,3 mi. A receita bruta chegou a R$ 66,3 mi, alta de 20,2%. A razão entre SG&A (despesas administrativas e comerciais) e tributos e a receita líquida foi de 18,5%, ante 22,4% no 3T25.

O W Hotel teve ocupação média de 61,8%, recorde trimestral, e receita de hospedagem de R$ 19,8 mi, alta de 43,3%. A dívida líquida gerencial chegou a R$ 1,7 bi, alta de 14,8%, com relação Dívida Líquida/PPI (propriedades para investimento) de 51,0%. No acumulado de 9M26, o prejuízo líquido foi de R$ 81,2 mi, redução de 11,1%.

Após o fim do trimestre, em 4 de novembro de 2026, a HBR firmou acordo para vender participações no Mogi Shopping (20%), Suzano Shopping (25%), Patteo Olinda Shopping (50%) e Lead Corporate Faria Lima (90,9%) ao SPX Portfólio Alfa FII por R$ 937,7 mi. Serão R$ 562,6 mi à vista no fechamento, previsto até 11 de novembro, e R$ 375,1 mi em quatro parcelas anuais de R$ 93,77 mi, corrigidas pelo IPCA.

Em 28 de outubro de 2026, a HBR adquiriu em leilão de OPA 111.309.092 ações da Helbor, 83,16% do capital, a R$ 2,73 por ação, com liquidação por entrega de 90.776.347 ações da HBR. Acionistas remanescentes podem vender suas ações à HBR até 28 de novembro de 2026.

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