A Cummins (CMI) registrou lucro líquido de US$ 1,14 bi no terceiro trimestre de 2026, ante US$ 536 mi no mesmo período de 2025. O lucro por ação diluído (EPS) foi de US$ 8,25, contra US$ 3,86 um ano antes. O resultado de 2026 inclui US$ 0,54 por ação de itens fiscais favoráveis, e o de 2025 incluiu US$ 240 mi (US$ 1,73 por ação) em baixas contábeis sem efeito caixa na divisão Accelera.

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A receita somou US$ 9,4 bi, alta de 13% sobre o 3T25. As vendas na América do Norte cresceram 15%, e as internacionais, lideradas pela China, subiram 11%. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização; medida non-GAAP) foi de US$ 1,8 bi, ou 18,9% da receita, ante 14,3% um ano antes. A empresa o descreve como "recorde".

Por segmento, a receita de Engine foi de US$ 3,1 bi (alta de 20%), Components de US$ 2,9 bi (23%), Distribution de US$ 3,3 bi (4%) e Power Systems de US$ 2,3 bi (15%). A Accelera teve vendas de US$ 103 mi (queda de 15%) e perda de EBITDA de US$ 56 mi. A Cummins devolveu US$ 661 mi aos acionistas no trimestre, entre dividendos e recompras de ações. Em julho, o dividendo trimestral subiu de US$ 2,00 para US$ 2,20 por ação.

Para 2026, a empresa espera crescimento de receita de cerca de 10%, abaixo da projeção anterior de 10% a 13%, por causa da demanda mais fraca que o esperado por picapes na América do Norte. A margem de EBITDA deve ficar em cerca de 18,2%, dentro da faixa anterior de 18% a 18,5%, excluindo encargos da venda do negócio de células de combustível de baixa pressão no primeiro trimestre. A Cummins prevê que a receita do quarto trimestre supere a do terceiro e estabeleça novo recorde.

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