A Simon Property Group (SPG) registrou lucro líquido atribuído aos acionistas ordinários de US$ 499,0 mi no terceiro trimestre de 2026, ou US$ 1,54 por ação diluída (EPS, lucro por ação). No 3T25, o lucro havia sido de US$ 606,2 mi, ou US$ 1,86 por ação. O resultado do trimestre inclui perdas contábeis sem efeito de caixa, após impostos, de US$ 99,6 mi (US$ 0,27 por ação), ligadas à marcação a mercado dos bonds permutáveis da Klépierre e à reavaliação de uma ação que passou a ser negociada em bolsa.
A receita total somou US$ 1,81 bi, ante US$ 1,60 bi no 3T25. O FFO (fundos das operações, medida non-GAAP usada por REITs) foi de US$ 1,172 bi, ou US$ 3,09 por ação, ante US$ 1,228 bi (US$ 3,25 por ação) um ano antes. O FFO imobiliário ajustado (Real Estate FFO, non-GAAP, exclui itens como as perdas não monetárias) foi de US$ 1,277 bi, ou US$ 3,37 por ação, alta de 4,7% sobre os US$ 3,22 do 3T25. O NOI (resultado operacional líquido) dos imóveis nos EUA subiu 6,6%, e o do portfólio, 6,7%.
O conselho declarou dividendo trimestral de US$ 2,30 por ação para o 4º trimestre de 2026, alta de US$ 0,10, ou 4,5%, na comparação anual. O pagamento será em 31 de dezembro de 2026 a quem for acionista em 10 de dezembro de 2026. No trimestre, a empresa recomprou 1.137.182 ações a preço médio de US$ 207,98, num total de US$ 236,5 mi.
A Simon elevou a projeção de FFO imobiliário por ação de 2026 para entre US$ 13,30 e US$ 13,40, ante US$ 13,20 a US$ 13,30 antes. A projeção de lucro líquido por ação diluída passou para US$ 6,32 a US$ 6,42, ante US$ 6,47 a US$ 6,57. No trimestre, a empresa emitiu US$ 800 mi em notas seniores, com cupom médio de 5,45% e prazo médio de 7,7 anos. Em 30 de setembro de 2026, a liquidez era de cerca de US$ 9,0 bi.







