A ConocoPhillips (COP) registrou lucro líquido de US$ 4,0 bi no terceiro trimestre de 2026, ante US$ 1,7 bi no mesmo período de 2025. O lucro por ação (EPS) foi de US$ 3,34, contra US$ 1,38 um ano antes. A empresa atribui a alta principalmente a preços mais altos, parcialmente compensados por menores volumes.

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O lucro ajustado (non-GAAP, exclui itens especiais) foi de US$ 3,9 bi, ou US$ 3,27 por ação, ante US$ 2,0 bi, ou US$ 1,61 por ação, no 3T25. Os itens especiais refletem principalmente a reversão de uma provisão de impostos. O preço médio realizado foi de US$ 61,40 por barril de óleo equivalente, 32% acima dos US$ 46,44 do 3T25.

O caixa gerado pelas operações foi de US$ 7,2 bi. A empresa investiu US$ 3,1 bi em capital e investimentos e recebeu US$ 1,6 bi com a venda de ativos não essenciais. A produção somou 2.302 mil barris de óleo equivalente por dia, queda de 97 mil ante o ano anterior, em parte pelo conflito no Oriente Médio, que afetou o Catar, e por maiores royalties em Surmont. Ao fim do trimestre, o caixa e as aplicações de curto prazo somavam US$ 10,4 bi.

A ConocoPhillips distribuiu US$ 3,4 bi aos acionistas, sendo US$ 2,4 bi em recompra de ações e US$ 1,0 bi em dividendos. A empresa elevou o dividendo trimestral ordinário em 11%, para US$ 0,93 por ação, pagável em 1º de dezembro de 2026 a quem tiver ações na data de registro, 16 de novembro de 2026.

Para o 4T26, a empresa projeta produção de 2,32 a 2,36 milhões de barris de óleo equivalente por dia. As projeções de investimentos para o ano e de custos operacionais ajustados foram mantidas.

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