A Airbnb (ABNB) registrou lucro líquido de US$ 1,9 bi no terceiro trimestre de 2026 (US$ 1.890 mi), ante US$ 1,4 bi (US$ 1.374 mi) no mesmo período de 2025. O lucro por ação (EPS) diluído foi de US$ 3,16, contra US$ 2,21 um ano antes. A empresa também anunciou um novo programa de recompra (buyback) de até US$ 12 bi em ações Classe A.

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A receita somou US$ 4,9 bi (US$ 4.869 mi), alta de 19% sobre o 3T25, ou 16% sem o efeito do câmbio. A margem líquida foi de 39%, ante 34% um ano antes. O lucro cresceu em parte por uma redução de US$ 135 mi na provisão para impostos, já que o ano anterior incluía US$ 213 mi de provisão para créditos fiscais diferidos.

O EBITDA ajustado (non-GAAP, lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, com outros ajustes) foi de US$ 2,5 bi, alta de 22% sobre os US$ 2,1 bi do 3T25. A margem de EBITDA ajustado ficou em 52%, ante 50%. O fluxo de caixa livre foi de US$ 1,4 bi, e o caixa operacional, de US$ 1,5 bi.

As noites e assentos reservados somaram 155,0 mi, alta de 16%. O valor bruto de reservas foi de US$ 27,7 bi, alta de 21%. No trimestre, a Airbnb recomprou US$ 0,7 bi em ações Classe A e tinha autorização restante de US$ 2,7 bi até 30 de setembro. Em 30 de outubro, firmou nova linha de crédito rotativa de US$ 1,0 bi com prazo de cinco anos.

Para o 4T26, a empresa projeta receita de US$ 3,22 bi a US$ 3,28 bi, alta de 16% a 18%. Para 2026, eleva a projeção para crescimento de receita na faixa de "high teens" (entre 17% e 19%, aproximadamente) e margem de EBITDA ajustado de cerca de 36%.

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