A Vibra (VBBR3) registrou lucro líquido de R$ 2,5 bi no terceiro trimestre de 2026 (3T26), ante R$ 407 mi no 3T25. O valor exato foi de R$ 2.460 mi. O lucro líquido ajustado foi de R$ 2,4 bi (R$ 2.433 mi), contra R$ 546 mi no mesmo período do ano anterior.

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A receita líquida ajustada chegou a R$ 56,9 bi, alta de 17% sobre o 3T25. O Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, com ajustes) foi de R$ 4,3 bi (R$ 4.288 mi), alta de 137%. O Ebitda ajustado recorrente, que exclui itens não recorrentes, somou R$ 3,7 bi (R$ 3.660 mi). O volume de vendas foi de 9.612 mil m³, alta de 4%. A margem Ebitda ajustada foi de R$ 427/m³, e a recorrente, de R$ 381/m³.

Na Rede de Postos, o Ebitda ajustado foi de R$ 2,9 bi (+157%), com 210 novos postos no trimestre e 7.686 unidades ao final do período. No B2B (vendas a empresas), o Ebitda ajustado foi de R$ 1,3 bi (+132%), com 99 novos contratos. Em Renováveis (Comerc), o Ebitda ajustado foi de R$ 184 mi (+8%) e o lucro líquido ajustado, de R$ 76 mi, ante prejuízo de R$ 9 mi no 3T25.

A dívida líquida ficou em R$ 14,4 bi, queda de R$ 1,7 bi no trimestre (-10% vs 2T26). A alavancagem (dívida líquida sobre Ebitda ajustado dos últimos 12 meses) caiu de 1,3x para 1,0x. O custo médio da dívida recuou para CDI + 0,10% ao ano e o prazo médio subiu para 5,5 anos. O retorno sobre o capital investido (ROIC) da distribuição foi de 32,8%. O fluxo de caixa operacional foi de R$ 2,7 bi, queda de 29% sobre o 3T25.

No trimestre, a companhia anunciou R$ 499 mi em JCP (Juros sobre Capital Próprio), referentes a 2026, com pagamento previsto para novembro de 2027. No ano, os proventos anunciados somam cerca de R$ 1,5 bi. A Vibra realiza webcast sobre os resultados em 5 de novembro de 2026, às 10h (Brasília).

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