A Duke Energy (DUK) registrou lucro líquido de US$ 1,6 bi (US$ 1,551 bi) no terceiro trimestre de 2026, ante US$ 1,4 bi (US$ 1,407 bi) no 3T25. O lucro por ação (EPS) foi de US$ 1,99, contra US$ 1,81 no mesmo período do ano anterior. O lucro por ação ajustado (non-GAAP, exclui itens que a empresa considera não recorrentes) também foi de US$ 1,99, pois não houve itens especiais no trimestre.

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A empresa atribui a alta à recuperação de investimentos em infraestrutura nas regiões em crescimento e ao clima favorável. Esses fatores foram parcialmente compensados por maior depreciação, efeitos de investimentos com participação minoritária, despesas de juros mais altas e alíquota efetiva de imposto maior, de 15,3% ante 10,8% no 3T25.

A receita operacional somou US$ 9,1 bi (US$ 9,104 bi), alta de 6,6% sobre os US$ 8,5 bi (US$ 8,542 bi) do 3T25. O segmento de Electric Utilities and Infrastructure teve lucro de US$ 1,8 bi (US$ 1,817 bi), ante US$ 1,7 bi (US$ 1,658 bi). O de Gas Utilities and Infrastructure teve prejuízo de US$ 19 mi, ante prejuízo de US$ 26 mi.

Nos nove meses, o EPS foi de US$ 5,34, ante US$ 4,81 em 2025. O EPS ajustado foi de US$ 5,35, com efeitos de acordos legais e regulatórios e da venda do negócio da Piedmont no Tennessee.

A Duke Energy estreitou a projeção de EPS ajustado para 2026 para entre US$ 6,70 e US$ 6,80. Também reafirmou o crescimento anual de longo prazo do EPS ajustado de 5% a 7% até 2030, com base no ponto médio de US$ 6,30 da projeção de 2025. A empresa afirma que a geração de 16 gigawatts de capacidade adicional está prevista até 2031.

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