A Datadog (DDOG) registrou lucro líquido de US$ 118,3 mi no terceiro trimestre de 2026, ante US$ 33,9 mi no mesmo período do ano anterior. O lucro por ação diluído (EPS) foi de US$ 0,32, contra US$ 0,10 no 3T25. A receita foi de US$ 1,20 bi (US$ 1.197,1 mi), alta de 35% sobre o 3T25.

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O lucro operacional (GAAP, critério contábil oficial) foi de US$ 74,7 mi, com margem operacional de 6%. No 3T25, a empresa havia tido prejuízo operacional de US$ 5,8 mi. O lucro operacional ajustado (non-GAAP, exclui itens como remuneração em ações e impostos sobre folha ligados a ações) foi de US$ 334,3 mi, com margem ajustada de 28%. O lucro por ação ajustado foi de US$ 0,81, ante US$ 0,55 um ano antes.

O caixa gerado pelas operações somou US$ 290 mi, e o fluxo de caixa livre foi de US$ 250,6 mi, com margem de 21%. Caixa, equivalentes e títulos negociáveis totalizavam US$ 5,2 bi em 30 de setembro de 2026. A empresa tinha cerca de 4.860 clientes com receita anual recorrente (ARR) de US$ 100 mil ou mais, alta de 20% ante cerca de 4.060 um ano antes.

Para o 4º trimestre de 2026, a Datadog projeta receita entre US$ 1,19 bi e US$ 1,20 bi, lucro operacional ajustado entre US$ 280 mi e US$ 290 mi e lucro por ação ajustado entre US$ 0,69 e US$ 0,71. Para 2026, a projeção é de receita entre US$ 4,515 bi e US$ 4,525 bi, lucro operacional ajustado entre US$ 1,095 bi e US$ 1,105 bi e lucro por ação ajustado entre US$ 2,73 e US$ 2,75.

O CEO Olivier Pomel afirmou: "Estamos vendo forte adoção em nossa plataforma à medida que os clientes ampliam suas operações digitais e o uso de IA." A empresa também lançou o Scout 1.0, seu primeiro modelo especializado de IA, que passou a alimentar o Bits Investigation.

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