A Ternium (TX) registrou lucro líquido de US$ 367,9 mi no terceiro trimestre de 2026, ante prejuízo de US$ 269,9 mi no mesmo período de 2025. O lucro atribuído aos controladores foi de US$ 279,5 mi, e o lucro por ação (EPS) foi de US$ 0,14, contra US$ 0,01 um ano antes. Os números constam das demonstrações financeiras intermediárias, não auditadas.
A receita líquida somou US$ 4,6 bi no trimestre (US$ 4.644,3 mi), ante US$ 3,95 bi (US$ 3.954,6 mi) no 3T25. O lucro bruto foi de US$ 1,04 bi (US$ 1.036,6 mi), contra US$ 608,4 mi, e o lucro operacional chegou a US$ 577,9 mi, ante US$ 215,4 mi. O imposto de renda foi de US$ 214,9 mi, contra US$ 443,6 mi no 3T25, quando a empresa registrou baixa de US$ 405 mi em ativos fiscais diferidos da Usiminas.
Nos nove primeiros meses de 2026, o lucro líquido foi de US$ 1,2 bi (US$ 1.204,8 mi), ante US$ 131,8 mi no mesmo período de 2025. A receita foi de US$ 12,9 bi, e o EPS, de US$ 0,43, contra US$ 0,15. O caixa gerado pelas operações foi de US$ 1,1 bi (US$ 1.086,2 mi), ante US$ 1,8 bi (US$ 1.786,1 mi). Os investimentos em ativos (capex) somaram US$ 1,2 bi (US$ 1.234,9 mi), ante US$ 2,0 bi (US$ 2.038,0 mi).
Em 10 de fevereiro de 2026, a Ternium concluiu a compra de participações adicionais no grupo controlador da Usiminas por cerca de US$ 315,2 mi em dinheiro, elevando sua fatia nesse grupo de 51,5% para 83,1%. Em 14 de janeiro de 2026, a Ternium Argentina adquiriu a Tubos Argentinos por US$ 24,1 mi.
Em 30 de setembro de 2026, o endividamento bruto era de US$ 3,1 bi (US$ 3.093,8 mi). A empresa mantém provisão de US$ 619,1 mi para o processo movido pela CSN no Brasil sobre a compra de participação na Usiminas. Em maio de 2026, pagou dividendo líquido de US$ 0,13 por ação (US$ 255,2 mi no total).






