A Mills (MILS3) registrou lucro líquido de R$ 130,9 mi no 3T26, alta de 94,5% em relação ao 3T25 e de 23,1% frente ao trimestre anterior. Segundo a companhia, o avanço sobre o 2T26 ocorreu devido a efeitos não recorrentes. A margem líquida foi de 26,6%.
A receita líquida atingiu R$ 492,9 mi, crescimento de 2,1% sobre o 3T25, impulsionada pelas unidades de Pesados e Intralogística. O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, sem itens não recorrentes) somou R$ 256,1 mi, alta de 0,6%, com margem de 52,0%, queda de 0,8 ponto percentual na comparação anual. No acumulado de nove meses de 2026, o lucro líquido foi de R$ 434,3 mi (alta de 95,1%) e o EBITDA ajustado, de R$ 760,1 mi (alta de 10,4%).
O fluxo de caixa operacional ajustado foi de R$ 235,5 mi, queda de 39,8% sobre o 3T25. A empresa explica que o 3T25 foi impactado pela aquisição da Next Rental. Os investimentos somaram R$ 100,5 mi, redução de 61,5% em um ano e alta de 13,5% sobre o 2T26, com cerca de 89% destinados à compra de ativos para locação.
A dívida bruta fechou o trimestre em R$ 1.763,5 mi, queda de 19,7% em um ano. A dívida líquida foi de R$ 1.056 mi, com alavancagem de 1,1 vez o EBITDA ajustado dos últimos 12 meses, ante redução de 0,4 vez sobre o 3T25. O custo médio da dívida é de CDI + 1,13% ao ano, com prazo médio de 3,3 anos. O ROIC (retorno sobre o capital investido) dos últimos 12 meses foi de 23,4%, alta de 3,8 pontos percentuais.
A frota chegou a 17,0 mil equipamentos, alta de 5,8% sobre o 3T25. Contratos de longo prazo responderam por 56% da receita de locação, 1 ponto percentual acima do 3T25.






