O Conselho de Administração da Azevedo & Travassos Energia (AZTE3) aprovou, em 3 de novembro de 2026, um aumento de capital privado de, no mínimo, R$ 15.804.928,81 e, no máximo, R$ 31.609.857,62, dentro do limite do capital autorizado. Serão emitidas de 20.006.239 a 40.012.478 ações ordinárias, ao preço de R$ 0,79 por ação. O aumento será homologado parcialmente se for subscrito ao menos o valor mínimo.
O preço de emissão corresponde à cotação das ações na B3 no fechamento de 30 de outubro de 2026, sem ágio ou deságio. A administração informou que a cotação foi o critério que melhor reflete o valor de mercado da companhia. O valor patrimonial por ação seria de R$ 7,15, mas foi descartado por considerar apenas critérios contábeis. O critério de perspectiva de rentabilidade foi descartado por causa das incertezas sobre juros e inflação.
Os recursos virão da capitalização de créditos e/ou de integralização em dinheiro. Os créditos capitalizados serão usados para reduzir o passivo da companhia e de suas subsidiárias, sem desembolso de caixa. O dinheiro será destinado ao programa de incremento de produção, à expansão operacional e ao reforço de capital de giro.
Os acionistas têm direito de preferência para subscrever até 1 nova ação para cada ação detida no fechamento de 4 de novembro de 2026 (data de corte). Ações compradas a partir de 5 de novembro são negociadas sem esse direito. O prazo para exercê-lo vai de 5 de novembro a 4 de dezembro de 2026, até as 16h (horário de Brasília). O direito pode ser cedido a terceiros.
Hoje, o capital social é de R$ 339.404.774,68, dividido em 40.012.478 ações ordinárias. Após o aumento, passará a ser de R$ 355.209.703,49 (60.018.717 ações) no cenário mínimo, ou R$ 371.014.632,30 (80.024.956 ações) no máximo. Quem não subscrever nenhuma ação terá a participação diluída em 33,33% a 50,00%. Os acionistas Forseti Investimentos e Nemesis Brasil Participações indicaram intenção não vinculante de subscrever até R$ 15.804.928,81 e de participar das sobras.






