A Vivmark Residential (VMRK) registrou prejuízo líquido de US$ 747,1 mi no terceiro trimestre de 2026, ante lucro de US$ 384,2 mi no mesmo período de 2025. O lucro por ação (EPS) foi negativo em US$ 1,27, ante US$ 0,96 positivo um ano antes. O resultado inclui US$ 0,92 por ação de custos ligados à fusão entre Equity Residential e AvalonBay, concluída em 17 de agosto de 2026 e que formou a Vivmark.

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A receita de aluguéis somou US$ 1,19 bi, ante US$ 764,9 mi no 3T25. Os custos de transação foram de US$ 464,3 mi e a depreciação, de US$ 898 mi. As demonstrações financeiras seguem as da AvalonBay, que foi a adquirente contábil; os números anteriores à fusão são só dela. Nos nove meses, o prejuízo líquido foi de US$ 262 mi e o EPS, de -US$ 0,57.

O Core FFO por ação (non-GAAP, medida ajustada do setor imobiliário que exclui itens não recorrentes, como custos da fusão) foi de US$ 1,03 no trimestre, alta de 5,1% sobre US$ 0,98. O FFO por ação (non-GAAP) foi de US$ 0,08, ante US$ 1,08. Na carteira comparável, a receita subiu 2,4%, as despesas, 3,6%, e o lucro operacional líquido (NOI), 1,7%. A ocupação física foi de 95,8%.

A empresa elevou em US$ 10 mi a estimativa de sinergias operacionais anuais, para US$ 135 mi, a serem atingidas até março de 2028. O total esperado de custos da fusão caiu para cerca de US$ 725 mi, ante US$ 750 mi estimados antes. Em 18 de agosto, a S&P elevou o rating de crédito de longo prazo para A, com perspectiva estável, de A-.

Para o 4T26, a projeção é de EPS entre -US$ 0,95 e -US$ 0,91 e Core FFO por ação entre US$ 1,01 e US$ 1,05. Para 2026, na carteira comparável, a empresa projeta alta de receita de 2,0% a 2,4%, despesas de 4,1% a 4,7% e NOI de 0,8% a 1,4%.

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