A Global Payments (GPN) registrou lucro líquido de US$ 280,9 mi no terceiro trimestre de 2026, queda de 55,8% ante os US$ 635,2 mi do mesmo período do ano anterior. O lucro por ação (EPS) foi de US$ 1,06, contra US$ 2,64 no 3T25. A receita somou US$ 3,31 bi, alta de 63,7%.

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O lucro operacional foi de US$ 246,2 mi, ante US$ 774,0 mi no 3T25, quando a empresa havia registrado ganho de US$ 343,9 mi com a venda de um negócio. No trimestre, o lucro das operações continuadas foi de US$ 88,4 mi, e o lucro das operações descontinuadas, de US$ 201,8 mi.

Os números ajustados (non-GAAP, excluem itens que a empresa considera não recorrentes, como amortização de ativos adquiridos e custos de integração) foram os seguintes. A receita líquida ajustada subiu 31%, para US$ 3,18 bi. O EPS ajustado avançou 10%, para US$ 3,58. O lucro operacional ajustado foi de US$ 1,35 bi, alta de 23,8%. Em base normalizada, que inclui os resultados do Worldpay antes da aquisição e exclui os da Issuer Solutions e de outros negócios vendidos, a receita líquida ajustada cresceu mais de 4%, e a margem operacional ajustada subiu 220 pontos-base, para 42,5%.

A empresa elevou a expectativa de sinergias anuais de despesas com a integração do Worldpay para US$ 650 mi. O CEO Cameron Bready afirmou que a companhia fez "progresso substancial" na integração.

A projeção para 2026 foi mantida: crescimento da receita líquida ajustada normalizada, em moeda constante, de cerca de 4% a 5%, e EPS ajustado de US$ 13,60 a US$ 13,80. A empresa também prevê devolver mais de US$ 2 bi aos acionistas no ano. O conselho aprovou dividendo de US$ 0,25 por ação, a ser pago em 24 de dezembro de 2026 a quem tiver ações em 10 de dezembro de 2026.

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