A TKO Group (TKO) registrou lucro líquido de US$ 277,9 mi no terceiro trimestre de 2026, ante US$ 106,8 mi no mesmo período do ano anterior, alta de US$ 171,1 mi. A empresa atribuiu a melhora ao aumento da receita, parcialmente compensado por maiores despesas operacionais. O lucro por ação (EPS) diluído foi de US$ 1,33, ante US$ 0,47 um ano antes.
A receita somou US$ 1,360 bi, alta de 21% (US$ 240,2 mi). O UFC teve receita de US$ 519,2 mi, aumento de US$ 194,0 mi, impulsionado pelo novo contrato de distribuição com a Skydance e por mais eventos. A WWE registrou US$ 399,3 mi, queda de US$ 2,8 mi, com três eventos principais a menos. O segmento IMG somou US$ 391,3 mi, alta de US$ 54,6 mi, com vendas de hospitalidade da Copa do Mundo da FIFA 2026.
O EBITDA ajustado (non-GAAP, lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e outros itens que a empresa exclui) foi de US$ 555,7 mi, alta de 54%, com margem ajustada de 41%, ante 32%. O fluxo de caixa operacional foi de US$ 472,1 mi, e o fluxo de caixa livre (non-GAAP) foi de US$ 449,9 mi. O caixa era de US$ 630,9 mi e a dívida bruta, de US$ 4,647 bi, em 30 de setembro de 2026.
A TKO elevou a projeção para 2026: receita de US$ 5,790 bi a US$ 5,830 bi (antes, US$ 5,775 bi a US$ 5,825 bi) e EBITDA ajustado de US$ 2,295 bi a US$ 2,315 bi (antes, US$ 2,275 bi a US$ 2,305 bi). A estimativa pressupõe que todos os eventos ao vivo, inclusive no Oriente Médio, ocorram como planejado.
A empresa pretende retomar recompras de ações Classe A dentro do programa de até US$ 3 bi, com cerca de US$ 936,0 mi disponíveis em 4 de novembro de 2026. Pretende recomprar o saldo, financiado principalmente com mais dívida e caixa. No ano, devolveu mais de US$ 1,6 bi a acionistas em recompras e dividendos. Em 30 de setembro de 2026, pagou dividendo trimestral de US$ 0,79 por ação.







