A Trimble (TRMB) registrou lucro líquido de US$ 59,1 mi no terceiro trimestre de 2026, ante US$ 111,5 mi no mesmo período do ano anterior. O lucro por ação (EPS) diluído foi de US$ 0,25, contra US$ 0,46 no 3T25. A receita somou US$ 966,8 mi, alta de 7% sobre os US$ 901,2 mi do 3T25, com crescimento orgânico também de 7%.
O lucro operacional foi de US$ 142,0 mi, ou 14,7% da receita, ante US$ 150,5 mi no 3T25. Em base ajustada (non-GAAP, exclui itens que a empresa considera não recorrentes), o lucro operacional foi de US$ 262,6 mi, ou 27,2% da receita, o lucro líquido ajustado foi de US$ 200,5 mi e o lucro por ação ajustado foi de US$ 0,86. O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, com ajustes) foi de US$ 278,5 mi, ou 28,8% da receita.
A receita anualizada recorrente (ARR) chegou a US$ 2,56 bi, alta de 11% em um ano e de 10% em base orgânica. A empresa a classifica como "recorde". No trimestre, a Trimble recomprou cerca de 4,0 milhões de ações por US$ 231,7 mi (buyback). Nos nove primeiros meses de 2026, o fluxo de caixa livre foi de US$ 643,6 mi, ante US$ 206,2 mi um ano antes. Nesse período, houve prejuízo líquido de US$ 313,7 mi, por causa de baixa contábil de ágio (goodwill) de US$ 562,0 mi na divisão T&L, que a empresa ligou à queda sustentada do valor de mercado e das ações.
Para todo o ano de 2026, a Trimble projeta receita entre US$ 3,91 bi e US$ 3,94 bi, prejuízo por ação de US$ 0,55 a US$ 0,49 e lucro por ação ajustado de US$ 3,63 a US$ 3,69. Para o 4T26, projeta receita de US$ 1,031 bi a US$ 1,061 bi, lucro por ação de US$ 0,83 a US$ 0,89 e lucro por ação ajustado de US$ 1,13 a US$ 1,19.







