O Itaú Unibanco (ITUB4) encerrou o terceiro trimestre de 2026 (3T26) com Índice de Basileia de 15,4%, que mede a relação entre o capital da instituição e seus ativos ponderados pelo risco (RWA). O Patrimônio de Referência (PR) atingiu R$ 251.266 milhões (R$ 251,3 bi) em 30 de setembro de 2026, sendo R$ 230.718 milhões de Nível I e R$ 20.548 milhões de Nível II. Os dados constam do relatório de Gerenciamento de Riscos e Capital (Pilar 3).

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O Índice de Capital Principal ficou em 12,7%, ante 12,3% em 30 de junho de 2026, e o Índice de Nível I foi de 14,2%, ante 14,0%. O Capital Principal somou R$ 206.009 milhões, contra R$ 194.742 milhões no trimestre anterior. O RWA total chegou a R$ 1.626.445 milhões (R$ 1,6 tri), ante R$ 1.581.951 milhões em junho.

O Índice de Basileia ficou 0,2 ponto percentual acima do apurado em 31 de dezembro de 2025. Segundo o documento, o avanço reflete principalmente o resultado do período e a emissão de dívidas subordinadas perpétuas, parcialmente compensados pelo pagamento de JCP (Juros sobre Capital Próprio) e pelo crescimento do RWA. A folga em relação ao PR mínimo requerido é de R$ 121.150 milhões, equivalente a 7,4 pontos percentuais acima do mínimo regulatório de 8%. O adicional de capital principal exigido é de 3,6% (R$ 57.895 milhões).

Em setembro de 2026, o Itaú Unibanco Holding emitiu R$ 5,0 bi em Letras Financeiras Subordinadas Nível 2, com vencimentos em outubro de 2036 e abril de 2037, o que contribuiu com 0,3 ponto percentual para o Capital de Nível 2. No mesmo período, recomprou R$ 1,4 bi em Letras Financeiras Subordinadas Nível 1, emitidas em janeiro de 2019, e R$ 6,6 bi em Letras Financeiras Subordinadas Nível 2, emitidas em setembro de 2021. O impacto das recompras nos índices foi de 0,1 e 0,4 ponto percentual, respectivamente.

Nos indicadores de liquidez, o LCR (indicador de liquidez de curto prazo) foi de 205,8% na média do 3T26, ante 202,0% no 2T26, com mínimo regulatório de 100%. O NSFR (indicador de liquidez de longo prazo) fechou em 123,7%, ante 122,1% em junho. A Razão de Alavancagem ficou em 7,0%, ante 6,8% no trimestre anterior, com requerimento mínimo de 3%.

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