A FIS (FIS) registrou lucro líquido de US$ 356 mi atribuído aos acionistas ordinários no 3T26, ante US$ 264 mi no mesmo período do ano anterior. O lucro por ação (EPS) pelo critério GAAP foi de US$ 0,69, contra US$ 0,50 no 3T25. A receita GAAP subiu 27%, para US$ 3,5 bi (US$ 3.454 mi).
Os números ajustados (non-GAAP, excluem itens que a empresa considera não recorrentes) mostram receita ajustada 29% maior. O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subiu 31%, para US$ 1,5 bi, com margem de 42,9%, alta de 111 pontos-base. O lucro líquido ajustado foi de US$ 831 mi, e o EPS ajustado subiu 6,6%, para US$ 1,61. O documento atribui a alta da margem à aquisição do negócio de alta margem Total Issuing Solutions, ao mix de receita favorável e à economia de custos.
Em base pro forma (como se a aquisição tivesse ocorrido em 1º de janeiro de 2025), a receita cresceu 3,7%, e o EBITDA ajustado, 5,2%. A receita de Banking Solutions subiu 41%, para US$ 2,5 bi, e a de Capital Market Solutions subiu 3%, para US$ 823 mi.
O caixa gerado pelas operações foi de US$ 976 mi, e o fluxo de caixa livre ajustado (exclui impostos pagos sobre a venda da Worldpay) foi de US$ 862 mi, alta de 8,0%. A FIS devolveu US$ 248 mi aos acionistas, sendo US$ 21 mi em recompras e US$ 227 mi em dividendos. A dívida somava US$ 20,8 bi em 30 de setembro de 2026. A empresa reduziu temporariamente as recompras e pausou pequenas aquisições para acelerar a redução do endividamento, e pretende retomá-las ao atingir alavancagem bruta de cerca de 2,8 vezes. Em 20 de outubro de 2026, vendeu um negócio de pré-pago não estratégico por mais de US$ 100 mi brutos.
Para 2026, a projeção é de crescimento ajustado de 28% a 29% na receita, de 29% a 30% no EBITDA e de 1,2% a 2,4% no EPS. A receita deve ficar entre US$ 13.445 mi e US$ 13.505 mi, o EBITDA ajustado entre US$ 5.565 mi e US$ 5.605 mi e o EPS ajustado entre US$ 5,82 e US$ 5,89. A meta de fluxo de caixa livre de US$ 2,15 bi a US$ 2,25 bi foi mantida.







