A C.H. Robinson (CHRW) assinou em 2 de novembro de 2026 um aditivo ao contrato de crédito com bancos liderados pelo U.S. Bank. O acordo eleva a linha de crédito rotativa de US$ 1 bi para US$ 1,25 bi e estende o vencimento de 19 de novembro de 2027 para 31 de outubro de 2031. O limite para cartas de crédito sobe de US$ 50 mi para US$ 150 mi.

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A opção de expansão (accordion) da linha passa de US$ 500 mi para US$ 625 mi. Os limites para inadimplência por decisões judiciais e para dívidas relevantes sobem de US$ 125 mi para US$ 200 mi. O aditivo também prevê novos ajustes no cálculo do EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), como custos de reestruturação e integração e economias projetadas ligadas a aquisições permitidas, com parte deles limitada a 15% do EBITDA consolidado.

As margens de juros sobre a Term SOFR seguem entre 0,75% e 1,375%, e as taxas de compromisso permanecem entre 0,07% e 0,15%. A companhia deve manter a razão entre dívida líquida e EBITDA em no máximo 3,75 para 1, com possibilidade de elevar o limite a 4,25 para 1 por quatro trimestres após uma aquisição permitida (o chamado Leverage Holiday). O número de períodos desse tipo sobe de dois para três, e a empresa já havia informado que ele será acionado na conclusão da aquisição da RXO, prevista em acordo de 4 de outubro de 2026.

Na mesma data, a empresa alterou o contrato de notas (Note Purchase Agreement), com ajustes equivalentes e limites de inadimplência elevados para US$ 200 mi. Durante um Leverage Holiday, os juros das notas sobem 0,75% ao ano se a razão ficar acima de 3,75 e até 4,00, e 1,25% ao ano se superar 4,00. Com os aditivos, parte da linha de financiamento-ponte (Bridge Facility) com o Morgan Stanley foi encerrada, e as taxas de garantia foram reduzidas.

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