A Cigna Group (CI) registrou lucro líquido de US$ 1,4 bi no terceiro trimestre de 2026 (US$ 1.442 mi), ante US$ 1,9 bi (US$ 1.868 mi) no 3T25. O lucro por ação (EPS) foi de US$ 5,47, ante US$ 6,98 um ano antes. A empresa atribui a queda principalmente à ausência de um ganho após impostos com venda de negócio, reconhecido no 3T25.
A receita total somou US$ 73,7 bi (US$ 73.683 mi), alta de 6% sobre o 3T25, com crescimento nas divisões Evernorth Health Services e Cigna Healthcare.
O lucro operacional ajustado (non-GAAP, exclui itens que a empresa considera não recorrentes) foi de US$ 2,1 bi (US$ 2.104 mi), estável ante o 3T25. O lucro por ação ajustado ficou em US$ 7,98, ante US$ 7,83. Na Evernorth, o lucro operacional ajustado antes de impostos caiu 4%, para US$ 1,8 bi, com queda de 22% em Pharmacy Benefit Services por renovações de grandes contratos de clientes e investimentos estratégicos. Na Cigna Healthcare, o mesmo indicador subiu 15%, para US$ 1,2 bi, com a taxa de sinistralidade em 85,0%, ante 84,8% no 3T25. A relação entre dívida e capitalização era de 41,8% em 30 de setembro de 2026. Neste ano, até 4 de novembro, a empresa recomprou 1,8 mi de ações por cerca de US$ 500 mi.
A Cigna elevou a projeção de lucro operacional ajustado por ação em 2026 para pelo menos US$ 30,60, alta de US$ 0,15 sobre a anterior. Para a Cigna Healthcare, a meta de lucro operacional ajustado antes de impostos é de pelo menos US$ 4,6 bi, US$ 50 mi acima da projeção anterior. Para a Evernorth, é de pelo menos US$ 6,9 bi. A taxa de sinistralidade esperada é de 84,2%, com margem de 25 pontos-base para mais ou menos.
A empresa também realizou seu Investor Day, com metas até 2030 de crescimento anual composto de 10% a 14% no EPS ajustado e cerca de US$ 50 bi em fluxo de caixa operacional acumulado. Anunciou ainda o programa "Accelerate to One", de modernização e produtividade de US$ 3 bi em vários anos.







