A DTE Energy (DTE) registrou lucro líquido de US$ 470 mi no terceiro trimestre de 2026, ou US$ 2,25 por ação diluída (EPS), ante US$ 419 mi, ou US$ 2,01 por ação, no mesmo período de 2025. No mesmo documento, a companhia anunciou acordo para vender o negócio não regulado DTE Vantage por cerca de US$ 3 bi.
O lucro operacional ajustado (non-GAAP, exclui itens não recorrentes, certos ajustes de marcação a mercado e operações descontinuadas) foi de US$ 481 mi, ou US$ 2,30 por ação, contra US$ 468 mi, ou US$ 2,25 por ação, em 2025.
Os compradores são investidores institucionais assessorados pelo grupo Global Infrastructure do J.P. Morgan Asset Management. O contrato foi assinado em 1º de novembro de 2026, com valor de US$ 2.970.672.573, sujeito a ajustes no fechamento. A conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2027, e não pode ocorrer antes de 31 de dezembro de 2026. Depende de aprovações regulatórias, e a obrigação da compradora não depende de financiamento. Em hipóteses específicas de rescisão, a compradora pagará à DTE multa de US$ 148.533.628,65. Segundo a empresa, os recursos serão investidos nas operações de energia elétrica e gás regulamentadas, reduzindo necessidades de capital próprio e dívida. US$ 500 mi de ações emitidas em 2026 por contratos a termo foram adiados para 2027.
A DTE planeja investir cerca de US$ 44 bi nas distribuidoras nos próximos cinco anos. A empresa confirmou a projeção de lucro operacional ajustado por ação de US$ 7,59 a US$ 7,73 para 2026 e indicou a mesma faixa como base pro forma para 2027, já refletindo a venda da Vantage. Também prevê alta de 7% no dividendo em 2027.






