A Pague Menos (PGMN3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 96,3 mi no 3T26, alta de 19,5% sobre os R$ 80,6 mi do 3T25. O resultado foi impulsionado pelo crescimento de vendas, pela maior rentabilidade e pela redução das despesas financeiras, segundo a companhia. A margem líquida ajustada foi de 2,2%, ante 1,9% um ano antes. As métricas são apresentadas pela norma contábil antiga (IAS 17/CPC 06), sem os efeitos do IFRS 16, e ajustadas por eventos não recorrentes.

Continua após o anúncio

A receita bruta somou R$ 4,4 bi no trimestre (R$ 4.429,3 mi), alta de 6,9%. O lucro bruto foi de R$ 1,3 bi (R$ 1.327,1 mi), avanço de 7,2%, com margem bruta de 30,0%, ante 29,9% no 3T25. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado atingiu R$ 278,8 mi, alta de 7,2%, com margem de 6,3%, estável na comparação anual. No acumulado de nove meses, o lucro líquido ajustado foi de R$ 225,5 mi (+46,5%) e o EBITDA ajustado, de R$ 765,2 mi (+16,9%).

As vendas em mesmas lojas cresceram 5,6% no trimestre, ante 8,0% no 2T26. A empresa atribui a desaceleração a bases de comparação mais fortes e a um mercado mais desafiador. Os canais digitais responderam por 24,6% das vendas (+4,8 p.p.), com cerca de R$ 1,1 bi no trimestre. A companhia terminou o 3T26 com 1.705 lojas, após 14 aberturas e 4 fechamentos no período.

O fluxo de caixa operacional foi de R$ 164,8 mi, mais que o triplo do 3T25, e somou R$ 690,0 mi nos últimos 12 meses. A dívida líquida, incluindo antecipação de recebíveis, ficou em R$ 1,8 bi (R$ 1.822,6 mi), equivalente a 1,8 vez o EBITDA, ante 2,5 vezes no 3T25. No trimestre, a empresa fez a 9ª emissão de debêntures (títulos de dívida) e reduziu o custo médio da dívida para CDI + 1,4%. O investimento (capex) foi de R$ 98,5 mi no 3T26 e de R$ 229,4 mi no ano, alta de 61%.

A companhia realiza videoconferência de resultados em 5 de novembro de 2026, às 10h (horário de Brasília).

Publicidade
Tags:
Pague MenosPGMN3