A Alpargatas (ALPA3, ALPA4) registrou lucro líquido de R$ 175,5 mi no 3T26, alta de 2,4% em relação ao 3T25, quando o resultado foi de R$ 171,3 mi. A receita líquida consolidada totalizou R$ 1,2 bi (R$ 1.239,7 mi), avanço de 11,1% sobre o mesmo período do ano anterior.
O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, sem itens extraordinários) foi de R$ 283,5 mi, alta de 10,9% ante os R$ 255,7 mi do 3T25. A margem EBITDA ajustada ficou em 22,9%, estável na comparação anual. O lucro bruto somou R$ 653,2 mi, alta de 11,5%, com margem bruta de 52,7%. As despesas operacionais chegaram a R$ 436,6 mi, alta de 12,1%, por maiores gastos com marketing, pessoal e distribuição.
Em Havaianas Brasil, a receita líquida foi de R$ 989,7 mi, alta de 13,5%, com 55,2 milhões de pares vendidos (+6,9%). O EBITDA da operação foi de R$ 267,2 mi, com margem de 27,0%, queda de 2,6 p.p. Na operação internacional, a receita foi de R$ 235,6 mi (+2,3%) e o EBITDA, de R$ 16,6 mi, ante prejuízo de R$ 5,8 mi no 3T25. O volume internacional foi de 5,6 milhões de pares (+14,6%).
A Rothy's, da qual a Alpargatas detém 48,8%, teve receita de US$ 50,9 mi (+12,3%) e EBITDA negativo de US$ 2,2 mi. A equivalência patrimonial ficou negativa em R$ 12,8 mi no trimestre.
A dívida líquida foi de R$ 353,2 mi, equivalente a 0,3 vez o EBITDA ajustado dos últimos 12 meses. O investimento (CAPEX) no trimestre foi de R$ 65,0 mi, dentro do orçamento de R$ 243 mi para 2026. Em nove meses, o lucro líquido somou R$ 508,0 mi, alta de 37,0%.




