A Monster Beverage (MNST) registrou lucro líquido de US$ 568,4 mi no terceiro trimestre de 2026, alta de 8,4% sobre os US$ 524,5 mi do mesmo período de 2025. O lucro por ação (EPS) diluído foi de US$ 0,29, ante US$ 0,27 um ano antes. O lucro líquido ajustado (non-GAAP, exclui itens que a empresa considera não recorrentes) foi de US$ 591,1 mi, e o EPS ajustado ficou em US$ 0,30.
A receita líquida subiu 16,7%, para US$ 2,56 bi, ante US$ 2,20 bi no 3T25. As vendas fora dos Estados Unidos cresceram 28,1%, para US$ 1,20 bi, e representaram cerca de 47% do total. Na América Latina, as vendas aumentaram 48,8% em dólares, impulsionadas principalmente pelas operações no Brasil, segundo o CEO Hilton H. Schlosberg.
A margem bruta foi de 54,7%, ante 55,7% no 3T25, por custos maiores de latas de alumínio, mix geográfico e frete, parcialmente compensados por reajustes de preços. O lucro operacional subiu 6,4%, para US$ 718,7 mi. O resultado incluiu baixa contábil de US$ 19,9 mi em imóveis e equipamentos e despesas de US$ 14,7 mi com a transformação digital. A empresa também reportou lucro operacional ajustado de US$ 748,1 mi, alta de 7,1%.
Nos nove meses até 30 de setembro de 2026, a receita subiu 20,9%, para US$ 7,45 bi, e o lucro líquido avançou 18,3%, para US$ 1,72 bi, com EPS de US$ 0,87.
No trimestre, a Monster recomprou cerca de 2,3 mi de ações a preço médio de US$ 43,87, num total de aproximadamente US$ 100 mi. Em 4 de novembro de 2026, restavam cerca de US$ 800 mi disponíveis nos programas de recompra autorizados.







