A Apple (AAPL) registrou lucro líquido de US$ 30,7 bi no 4º trimestre fiscal de 2026, encerrado em 26 de setembro de 2026, ante US$ 27,5 bi no mesmo período do ano anterior. A receita foi de US$ 114,5 bi, alta de 12% sobre um ano antes. O lucro por ação (EPS) diluído foi de US$ 2,10, alta de 14%, e incluiu impacto favorável de US$ 0,05 de reembolsos de tarifas.

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A margem bruta da companhia foi de 47,9%, incluindo impacto favorável de cerca de 1 ponto percentual dos reembolsos de tarifas. O lucro operacional somou US$ 35,6 bi. A receita de produtos foi de US$ 82,9 bi e a de serviços, de US$ 31,6 bi, ante US$ 28,8 bi um ano antes. A receita do iPhone chegou a US$ 57,6 bi, ante US$ 49 bi. A do Mac somou US$ 10,8 bi, e a de iPad, US$ 6,2 bi. A categoria Wearables, Home and Accessories somou US$ 8,3 bi.

No ano fiscal de 2026, a receita foi de US$ 478,8 bi, ante US$ 416,2 bi no ano anterior, e o lucro líquido foi de US$ 132,2 bi, ante US$ 112 bi. O EPS diluído do ano foi de US$ 8,98, ante US$ 7,46. A geração de caixa operacional no trimestre foi de US$ 28 bi, valor que a empresa devolveu aos acionistas. No ano, a Apple gastou US$ 86,4 bi em recompra de ações e US$ 15,7 bi em dividendos.

O CEO John Ternus afirmou que a Apple apresenta "um recorde de receita para um trimestre de setembro", com o iPhone também em "recorde" para o período e Services em "máxima histórica". O CFO Kevan Parekh disse que a base instalada de dispositivos ativos chegou a uma "nova máxima histórica" em todas as categorias de produtos e segmentos geográficos.

O conselho de administração declarou dividendo de US$ 0,27 por ação, pagável em 16 de novembro de 2026 a quem tiver ações na data de registro, 12 de novembro de 2026.

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