A Alupar (ALUP11) registrou lucro líquido de R$ 133,5 mi no 3T26 (critério societário, IFRS), queda de 72,7% ante os R$ 489,4 mi do 3T25. A queda do EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ocorreu porque o 3T25 teve efeito não recorrente de R$ 1.009,1 mi no resultado da TNE, ligado à arbitragem e ao reequilíbrio da concessão. No 3T26, a TNE registrou lucro de R$ 9,6 mi.
A receita líquida consolidada somou R$ 1.176,6 mi, alta de 22,1% sobre os R$ 963,4 mi do 3T25. O EBITDA foi de R$ 527,3 mi, ante R$ 984,6 mi um ano antes, e a margem EBITDA ajustada ficou em 71,6%. A dívida líquida chegou a R$ 9.701,2 mi, alta de 5,3% sobre o 3T25, com relação dívida líquida/EBITDA de 3,1x.
No critério regulatório (BRGAAP), o lucro líquido da Alupar foi de R$ 214,2 mi, queda de 2,6% ante os R$ 219,8 mi do 3T25. A receita líquida regulatória subiu 9,2%, para R$ 980,3 mi, e o EBITDA avançou 4,0%, para R$ 773,2 mi. Na transmissão regulatória, a receita líquida cresceu 12,2%, para R$ 775,0 mi.
O Conselho de Administração aprovou, em 5 de novembro de 2026, dividendos intercalares de R$ 69,2 mi, equivalentes a R$ 0,07 por ação ordinária e preferencial e R$ 0,21 por Unit. Têm direito os acionistas inscritos até 12 de novembro, e as ações passam a ser negociadas sem direito ao provento (ex-dividendos) a partir de 13 de novembro. O pagamento ocorrerá em até 60 dias da aprovação.
A empresa também venceu o projeto Pelarco – El Trueno, no Chile, com investimento de US$ 85 milhões, receita anual de US$ 11,9 milhões e operação prevista para 2031. Em 28 de setembro, obteve a licença ambiental do projeto Puno Sur, no Peru.







