Na semana de 11 a 15 de maio de 2026, a Petrobras (PETR4) concentrou atenções ao divulgar lucro de R$ 32,7 bi no 1T26, equivalente a US$ 6,2 bi, e anunciar investimentos de US$ 13 bi em transição energética até 2030. A companhia também aprovou juros sobre capital próprio (JCP, forma de remunerar acionistas semelhante a dividendos, mas com tratamento fiscal diferente) de R$ 0,33 por ação referentes ao 4T25 e projetou JCP de R$ 0,70 por ação para 2026. No minério, a Vale (VALE3) publicou projeções atualizadas para 2026, enquanto a Itaúsa (ITSA4) registrou lucro de R$ 4,4 bi no 1T26 e aprovou recompra de até 5 mi de ações preferenciais.

Entre bancos e serviços financeiros, o Banco do Brasil (BBAS3) reportou lucro ajustado de R$ 3,4 bi no 1T26, aprovou JCP de R$ 0,0816 por ação e atualizou sua projeção para 2026, além de anunciar um novo diretor de participações. O BTG Pactual (BPAC11) divulgou lucro ajustado de R$ 4,8 bi no 1T26, enquanto a B3 (B3SA3) publicou seu desempenho operacional de abril de 2026. No segmento de telefonia, a Telefônica Brasil (VIVT3) registrou lucro de R$ 1,3 bi no 1T26 e aprovou JCP de R$ 0,1878 por ação.

Em energia e infraestrutura, a Light (LIGT3) comunicou lucro de R$ 2,8 bi no 1T26, EBITDA (lucro operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 423 mi, aprovação de aumento de capital de até R$ 1,5 bi e plano de investimentos (capex) de R$ 10 bi entre 2026 e 2030. CPFL Energia (CPFE3) apresentou lucro de R$ 1,9 bi no 1T26 e a Copel (CPLE3) teve rating AAA(bra) reafirmado pela Fitch. A Eneva (ENEV3) registrou EBITDA de R$ 1,7 bi no trimestre, a Equatorial (EQTL3) reportou EBITDA ajustado de R$ 2,9 bi e a Energisa (ENGI11) lucro de R$ 575 mi no 1T26. No setor de concessões, a Motiva (MOTV3) informou alta de 5% no tráfego de rodovias em abril e renovou a concessão da Fernão Dias, enquanto a EcoRodovias (ECOR3) divulgou EBITDA de R$ 5,7 bi nos últimos 12 meses até março de 2026.

A semana também foi marcada por emissões, reorganizações e movimentos societários. No grupo Simpar, a Vamos (VAMO3) concluiu aumento de capital de R$ 600 mi, a Movida (MOVI3) aprovou aumento de capital de R$ 750 mi e captou US$ 350 mi em notes com vencimento em 2033, e a Simpar (SIMH3) aprovou aumento de capital de R$ 1,8 bi. O BNDESPAR adquiriu 5% da Vamos (VAMO3), atingiu 6% da Movida (MOVI3), 10% da Simpar (SIMH3) e 5% da JSL (JSLG3) via opção de compra. No varejo e consumo, a Americanas (AMER3) registrou prejuízo de R$ 329 mi no 1T26 e vendeu ativos da HNT por R$ 69,3 mi, enquanto Natura (NATU3) anotou prejuízo de R$ 445 mi no trimestre e a Casas Bahia (BHIA3) prejuízo de R$ 1,1 bi. Entre outros destaques, a Vale (VALE3) revisou suas metas, a Suzano (SUZB3) anunciou meta de dívida de US$ 11 bi até 2028 e Paranapanema (PMAM3) definiu preço de conversão de R$ 0,49 para debêntures conversíveis de até R$ 210 mi e concluiu acordo para liquidar R$ 4,2 bi em dívidas.

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