A Dasa (DASA3) registrou lucro líquido de R$ 9 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), revertendo o prejuízo de R$ 111 mi de um ano antes. No período, a receita bruta consolidada somou R$ 2,4 bi e o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado alcançou R$ 573 mi, com margem de 25,8%.
Na base comparável denominada 1T25 Escopo Atual, que considera apenas Diagnósticos Nacional, Hospital da Bahia e Clínicas AMO, o EBITDA avançou 28,5%, saindo de R$ 446 mi para R$ 573 mi, com aumento de margem de 23,1% para 25,8%. A receita bruta nesse mesmo escopo cresceu 14%, passando de R$ 2,1 bi para R$ 2,4 bi, enquanto a margem bruta consolidada subiu de 30,9% para 33,5%.
A divisão de Diagnósticos teve receita bruta de R$ 2,2 bi no 1T26, alta de 15,3% frente ao 1T25 Escopo Atual, impulsionada por maior volume de exames e expansão dos canais B2B, atendimento domiciliar e segmento premium. O lucro bruto ajustado desse segmento foi de R$ 789 mi, com margem bruta de 38,7%, 0,5 ponto percentual acima do comparável. Já Hospitais e Oncologia Nordeste registraram receita bruta de R$ 203 mi, crescimento de 2,1% sobre o 1T25 Escopo Atual, e margem bruta ajustada de 31,4%, 3,2 pontos percentuais acima.
O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 300 mi no 1T26, melhora de R$ 175 mi ante o 1T25, em razão de menor endividamento médio e redução de despesas financeiras. A dívida líquida financeira, após aquisições a pagar e antecipação de recebíveis, encerrou o trimestre em R$ 5,6 bi, e o indicador de alavancagem previsto nas debêntures (dívida líquida financeira/EBITDA dos últimos 12 meses) ficou em 2,9x, abaixo dos 3,6x de um ano antes.
No fluxo de caixa, a geração operacional foi positiva em R$ 21 mi no 1T26, ante consumo de R$ 43 mi no 1T25, mesmo com aumento de capital de giro ligado ao crescimento dos negócios e ao pagamento de R$ 48 mi de parcela de indenização à Ímpar. Após capex de R$ 15 mi, o fluxo de caixa livre passou de consumo de R$ 96 mi no 1T25 para geração de R$ 5 mi no 1T26, enquanto os investimentos totais recuaram para R$ 24 mi, concentrados em tecnologia e modernização da infraestrutura.







