Na quarta-feira, 13 de maio de 2026, a Dasa (DASA3) divulgou que registrou EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado de R$ 573 mi no primeiro trimestre de 2026, com margem EBITDA de 25,8%. No mesmo período, a receita bruta consolidada atingiu R$ 3,4 bi e o lucro líquido somou R$ 38 mi.
Considerando apenas o core de operações de Diagnósticos Nacional, Hospital da Bahia e Clínicas AMO, a companhia informou receita bruta de R$ 2,4 bi, sendo R$ 2,2 bi em Diagnósticos Nacional e R$ 203 mi em Hospitais e Oncologia Nordeste. A margem bruta ajustada foi de 33,5%, com 38,7% em Diagnósticos Nacional e 31,4% em Hospitais e Oncologia Nordeste, sem incluir custos de depreciação e amortização.
No segmento de Diagnósticos Nacional, a receita bruta foi de R$ 2,198 bi, alta de 15,3% em relação ao 1T25 Escopo Atual, com aumento de 14,5% no número de exames e elevação de 0,7% no ticket médio. A margem bruta ajustada passou de 38,2% no 1T25 Escopo Atual para 38,7% no 1T26, e o lucro bruto ajustado cresceu 17,7%, apoiado em ganhos de produtividade, maior utilização da capacidade instalada e padronização de processos.
Em Hospitais e Oncologia Nordeste, que considera Hospital da Bahia e Clínicas AMO, a receita bruta foi de R$ 203 mi, crescimento de 2,1% frente ao 1T25 Escopo Atual. A margem bruta ajustada avançou de 28,3% para 31,4%, enquanto o lucro bruto ajustado aumentou 12,2%, com redução de 3,5% no custo dos serviços prestados, maior taxa de ocupação (alta de 9,3 pontos percentuais) e crescimento de 7,1% no ticket médio.
A empresa reportou ainda geração operacional de caixa de R$ 21 mi no 1T26, ante consumo de R$ 43 mi no 1T25, e fluxo de caixa livre positivo de R$ 5 mi, comparado a saída de R$ 96 mi um ano antes. Os investimentos somaram R$ 24 mi, queda de 38,5% frente ao 1T25 Escopo Atual, com foco em tecnologia (R$ 13 mi) e modernização e manutenção da infraestrutura operacional (R$ 11 mi).
A Dasa informou dívida financeira líquida de R$ 2,6 bi no 1T26, ante R$ 2,8 bi no 4T25, e alavancagem financeira de 2,99 vezes, abaixo das 4,17 vezes do 1T25. Considerando a Rede Américas nos últimos 12 meses até o 1T26, a receita bruta acumulada foi de R$ 13,4 bi e o EBITDA totalizou R$ 1,5 bi, com margem EBITDA de 12,9% e resultado líquido negativo de R$ 186 mi nesse período.





