A Unifique Telecomunicações (FIQE3) registrou lucro líquido de R$ 52,1 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), crescimento de 40,8% em relação ao 1T25. A receita operacional líquida somou R$ 329,0 mi no período, alta de 22,0% na comparação anual, enquanto o lucro líquido por ação foi de R$ 0,13.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou R$ 170,6 mi no 1T26, avanço de 27,9% frente ao mesmo trimestre de 2025, com margem EBITDA de 51,9%. Não houve ajustes não recorrentes no período, mantendo o EBITDA ajustado em R$ 170,6 mi e margem EBITDA ajustada também em 51,9%, 2,3 pontos percentuais acima do 1T25.
A receita operacional bruta atingiu R$ 393,6 mi, aumento de 17,2% na comparação anual, dividida em R$ 314,3 mi no segmento B2C e R$ 79,3 mi em B2B. O lucro bruto foi de R$ 164,5 mi, 19,0% superior ao 1T25, com margem bruta de 50,0%. O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 15,6 mi, ante R$ 14,5 mi negativos um ano antes, e as despesas com IR e CSLL somaram R$ 24,9 mi.
Em operação, a companhia encerrou o 1T26 com 879.986 acessos de banda larga, crescimento de 9,1% sobre o 1T25, e churn de fibra de 1,49%, queda de 0,09 ponto percentual na mesma base de comparação. Nos serviços móveis, a Unifique terminou o trimestre com 288.004 acessos de telefonia móvel, avanço de 118,3% em relação ao 1T25, com churn de 1,43%.
No balanço, a dívida bruta somou R$ 1.165,3 mi ao fim de março, alta de 53,8% em 12 meses, influenciada principalmente pela 4ª emissão de debêntures simples no valor de R$ 500,0 mi. A dívida líquida ficou em R$ 369,8 mi, com relação dívida líquida/EBITDA ajustado dos últimos 12 meses de 0,58 vez. A companhia investiu R$ 87,0 mi em CAPEX no 1T26, 51,0% acima do 1T25, e reportou valor de mercado de R$ 2.728,5 mi, considerando o preço de R$ 7,01 por ação em 31 de março de 2026.








