A Taesa (TAEE11) comunicou nesta terça-feira, 12 de maio de 2026, que o Operador Nacional do Sistema Elétrico emitiu os termos de liberação para a energização da subestação Dom Eliseu II, da linha de transmissão Açailândia - Dom Eliseu II e do complemento da subestação Açailândia, todos da concessão Tangará Transmissora de Energia Elétrica S.A. (Tangará), referentes ao ciclo 2025-2026.
Com essa energização, Tangará passa a acrescentar à sua Receita Anual Permitida (RAP, receita regulatória definida pela Aneel para remunerar o serviço de transmissão) cerca de R$ 23,6 mi no ciclo 2025-2026, adicionados de PIS/COFINS, valor equivalente a 21,8% da RAP total do projeto, com efeitos retroativos entre 3 e 6 de maio de 2026.
O empreendimento de Tangará já se encontrava parcialmente operacional, com RAP habilitada de aproximadamente R$ 58,2 mi no ciclo 2025-2026, conforme comunicados divulgados em março e abril de 2026. Após a nova etapa de energização, esse montante passa a totalizar cerca de R$ 81,8 mi no ciclo 2025-2026, adicionados de PIS/COFINS, o que corresponde a 75,6% da RAP total do projeto.
Segundo a companhia, o empreendimento foi parcialmente entregue entre 22 e 24 meses antes do prazo regulatório definido pela Aneel, que era março de 2028. Tangará é relativo ao lote 3 do leilão de transmissão nº 02/2022, realizado em dezembro de 2022, é 100% controlado pela Taesa e possui RAP total de R$ 108,3 mi para o ciclo 2025-2026 e Capex Aneel de R$ 1.117 mi.
O projeto Tangará está localizado nos estados do Maranhão e do Pará, com aproximadamente 279 km de linhas de transmissão, dos quais 72 km em circuito duplo, além das subestações associadas.








