Na sexta-feira, 15 de maio de 2026, a Biomm (BIOM3) divulgou que registrou receita líquida de R$ 92,5 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), avanço de 134% em relação ao 1T25, refletindo os resultados das vendas de insulina humana e insulina glargina. Frente ao quarto trimestre de 2025, a receita caiu 45%, em um período sem entregas de insulina glargina por meio de PDP (Parceria de Desenvolvimento Produtivo).

O lucro bruto atingiu R$ 33,9 mi no 1T26, aumento de 363% ante o 1T25, impulsionado pelo ganho de escala nas entregas e otimização dos custos fixos de produção. Na comparação com o 4T25, o lucro bruto recuou 43%, também em um trimestre sem entregas de insulina glargina via PDP.

As despesas operacionais somaram R$ 22,8 mi no 1T26, crescimento de 13% em relação ao 1T25, em linha com o aumento da receita do período. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado foi positivo em R$ 12,4 mi, resultado associado à expansão da margem bruta no trimestre.

A companhia informou ainda que mantém a gestão contínua do fluxo de caixa e do perfil de endividamento, atenta às necessidades de financiamento de suas atividades. Em março de 2026, a Biomm apresentava caixa e aplicações financeiras de R$ 51,5 mi, frente a dívidas de R$ 36,1 mi com vencimento em 2026, R$ 53,8 mi em 2027 e R$ 15,7 mi a partir de 2028.

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