O Grupo SBF (SBFG3) registrou lucro líquido ajustado (ex-IFRS) de R$ 78,7 mi no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 6,1% em relação ao 1T25, com margem líquida de 4,4%. A receita líquida consolidada somou R$ 1,8 bi no período, alta de 14,9% na comparação anual.
No 1T26, o lucro bruto consolidado atingiu R$ 906,2 mi, avanço de 17,3% frente ao mesmo trimestre de 2025, com margem bruta de 50,8%, aumento de 1,1 ponto percentual. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado (ex-IFRS) foi de R$ 144,4 mi, estável em relação ao 1T25, com margem EBITDA de 8,1%, redução de 1,2 ponto percentual, pressionada por maiores despesas operacionais, especialmente publicidade, royalties e pessoal.
A unidade Centauro registrou receita líquida de R$ 930,6 mi no 1T26, crescimento de 13,3% sobre o 1T25, com same store sales de 14,6%. O lucro bruto da Centauro foi de R$ 477,8 mi, alta de 14,7%, com margem bruta de 51,3%, 0,6 ponto percentual acima do ano anterior, apoiada em menor necessidade de remarcações e maior participação de produtos licenciados.
Na Fisia, a receita líquida somou R$ 1,041 bi no trimestre, aumento de 26,1% ante o 1T25, com expansão em todos os canais, especialmente o atacado, que cresceu 48,7%. O lucro bruto da Fisia alcançou R$ 452,9 mi, avanço de 25,7%, com margem bruta de 43,5%, leve queda de 0,2 ponto percentual, influenciada pela desvalorização cambial sobre produtos importados e maior peso do atacado, parcialmente compensados por incentivos fiscais de ICMS.
Em 31 de março de 2026, a companhia encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 1,1 bi, alta de 142% em relação a março de 2025, e alavancagem de 1,6 vez o EBITDA (ex-IFRS), refletindo maior necessidade de capital de giro para sustentar o crescimento e formar estoques para a Copa do Mundo. O capital de giro líquido somou R$ 1,6 bi, aumento de 31,2% em 12 meses, influenciado por maiores contas a receber, estoques e adesão a programa de parcelamento para compensação de créditos tributários.








