Na segunda-feira, 11 de maio de 2026, a Hapvida (HAPV3) divulgou que registrou lucro líquido ajustado de R$ 244 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 41,4% em relação ao mesmo período de 2025. A receita líquida somou R$ 7,892 bi no trimestre, crescimento de 5,2% na comparação com o 1T25.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado atingiu R$ 803 mi no 1T26, retração de 20,0% frente ao 1T25, com margem de 10,2%, ante 13,4% um ano antes. Considerando a métrica de EBITDA ajustado que desconsidera eventos pontuais, o valor foi de R$ 791 mi, queda de 21,2% na mesma base de comparação.
A companhia encerrou março de 2026 com 8,684 mi de beneficiários de saúde, redução de 114,1 mil em 12 meses, e 7,190 mi de beneficiários de planos odontológicos, aumento de 249,6 mil no período. O ticket médio mensal de saúde foi de R$ 305,00, avanço de 7,3% em relação ao 1T25.
A sinistralidade caixa ficou em 72,2% no trimestre, levemente acima dos 71,8% do 1T25, enquanto as despesas administrativas representaram 8,0% da receita operacional líquida, ante 5,9% um ano antes. As despesas de vendas corresponderam a 7,9% da receita, frente a 7,6% no 1T25.
A dívida líquida da Hapvida totalizou R$ 5,165 bi ao fim do 1T26, alta de 24,0% em relação ao mesmo trimestre de 2025. A alavancagem, medida pela razão dívida líquida sobre EBITDA dos últimos 12 meses, atingiu 1,38 vez, ante 0,98 vez no 1T25. Os investimentos em CapEx somaram R$ 191 mi no período, queda de 4,0% na comparação anual.








