A EcoRodovias (ECOR3) informou em sua apresentação 2026 que, nos últimos 12 meses encerrados em março de 2026, registrou receita líquida ajustada de R$ 7,5 bi, EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 5,7 bi e lucro líquido de R$ 708 mi.
Segundo a companhia, o portfólio atual inclui 12 concessões rodoviárias, totalizando mais de 5.000 km de rodovias e um ativo portuário (Ecoporto), distribuídos em 7 estados brasileiros e localizados em principais corredores comerciais. A duração média dos contratos de concessão é de 22 anos.
A EcoRodovias reportou ainda que, em 2025, a receita líquida ajustada somou R$ 7,406 bi, com crescimento médio anual (CAGR) de 20,7% entre 2021 e 2025. No mesmo ano, o EBITDA ajustado totalizou R$ 5,571 bi, com CAGR de 24,4% no período, e margem EBITDA ajustada de 75,2%.
No campo financeiro, a dívida líquida consolidada alcançou R$ 21,364 bi em 2025 e R$ 22,220 bi em março de 2026, equivalente a alavancagem de 3,8 vezes e 3,9 vezes o EBITDA ajustado, respectivamente. A companhia destacou que 72% da dívida bruta de R$ 27,069 bi em março de 2026 está indexada à inflação (IPCA/TLP), o mesmo indexador dos reajustes tarifários de suas concessões, e que o prazo médio da dívida é de 7,9 anos.
Entre 2021 e 2025, os investimentos (capex) somaram R$ 19,5 bi, sendo R$ 5,089 bi apenas em 2025. Para o ciclo de 2025 a 2031, a empresa indica que 60% do capex previsto será direcionado a ampliação e melhorias, 24% para conservação especial, 6% para equipamentos e sistemas e 10% para outras frentes, como gerenciamento, fiscalização, indenizações e despesas de licenciamento.






