A Dexxos Participações (DEXP3, DEXP4) registrou lucro líquido ajustado de R$ 51,3 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), praticamente estável em relação ao 1T25, com margem de 13,3%. No período, a receita líquida somou R$ 386,9 mi, queda de 35,9% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado totalizou R$ 58,5 mi no 1T26, redução de 33,7% ante o 1T25, mas com aumento da margem para 15,1%. Em comparação com o quarto trimestre de 2025, o EBITDA ajustado subiu 62,1%, enquanto o lucro líquido ajustado avançou 132,4%.
No segmento químico, a GPC Química teve receita líquida de R$ 291,6 mi, queda de 28,9% sobre o 1T25, e EBITDA ajustado de R$ 64 mi, recuo de 2,7% no mesmo intervalo. A empresa informou que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) suspendeu preventivamente, em janeiro de 2026, a importação de metanol para revenda pela GPC Química, medida que não atinge a importação para consumo próprio.
No segmento aço, a Apolo Tubos e Equipamentos registrou receita líquida de R$ 95,3 mi no 1T26, retração de 50,6% em relação ao 1T25, e EBITDA ajustado negativo em R$ 4,7 mi, contra resultado positivo no ano anterior. Em março de 2026, a Apolo lançou a linha de tubos Artemis, desenvolvida com tecnologia de galvanização apontada como exclusiva.
Em endividamento, a Dexxos encerrou o 1T26 com caixa líquido de R$ 32,7 mi, ante dívida líquida de R$ 38,2 mi um ano antes, e relação dívida líquida sobre EBITDA ajustado dos últimos 12 meses de -0,2 vez. No mercado de capitais, as ações ordinárias da companhia fecharam 31 de março de 2026 a R$ 7,14, com valor de mercado de R$ 878 mi considerando ações ordinárias e preferenciais.








