O Banco do Brasil (BBAS3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), com retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 7,3%. No mesmo período de 2025 (1T25), o lucro ajustado havia sido de R$ 7,4 bi, com ROE de 16,7%.
No 1T26, a margem financeira bruta somou R$ 27,4 bi, crescimento de 14,8% em relação ao 1T25, impulsionada por receitas financeiras de R$ 55,3 bi, das quais R$ 46,5 bi vieram de operações de crédito, alta de 10,5% na comparação anual, e R$ 8,9 bi de tesouraria, aumento de 23,0%. As despesas financeiras totalizaram R$ 27,9 bi, avanço de 9,9% ante o 1T25.
A carteira de crédito expandida alcançou R$ 1,3 tri em março de 2026, crescimento de 2,2% em doze meses. Desse total, R$ 361,8 bi referem-se a pessoa física, R$ 449,0 bi a pessoa jurídica e R$ 418,4 bi ao agronegócio. A carteira de negócios sustentáveis chegou a R$ 421,2 bi em março de 2026, frente a R$ 393,5 bi em março de 2025.
As receitas de prestação de serviços atingiram R$ 8,8 bi no 1T26, alta de 5,5% em relação ao 1T25. Dentro desse grupo, a administração de fundos gerou R$ 2,7 bi, aumento de 8,6%, seguros, previdência e capitalização responderam por R$ 1,5 bi, avanço de 3,5%, e a administração de consórcios somou R$ 932 mi, crescimento de 14,0% na mesma base de comparação.
O custo do crédito totalizou R$ 18,9 bi no 1T26, frente a R$ 10,2 bi no 1T25, com relação despesas sobre a carteira passando de 3,80% para 5,78% em 12 meses. O índice de capital principal (CET1) ficou em 11,59% em março de 2026, ante 10,97% em março de 2025, enquanto o índice de Basileia passou de 14,14% para 14,23% no mesmo intervalo.








