Na sexta-feira, 15 de maio de 2026, a Azevedo & Travassos Energia (AZTE3) divulgou que registrou prejuízo líquido de R$ 2,472 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26). No período, a companhia apurou receita líquida de R$ 1,112 mi e lucro bruto de R$ 673 mil, com margem bruta de 60,5%.
O resultado operacional foi negativo em R$ 3,003 mi, impactado por despesas gerais e administrativas de R$ 2,164 mi e amortização e depreciação de R$ 1,491 mi. O resultado financeiro foi negativo em R$ 214 mil, levando ao prejuízo antes de impostos de R$ 3,217 mi. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou negativo em R$ 1,512 mi no trimestre.
O fluxo de caixa operacional foi negativo em R$ 2,059 mi no 1T26, enquanto os investimentos (CAPEX) somaram R$ 2,084 mi. Em 31 de março de 2026, o endividamento bancário da companhia totalizava R$ 2,152 mi, com vencimentos diversos. No trimestre, o imposto de renda e a contribuição social somaram despesa corrente de R$ 29 mil e receita de imposto diferido de R$ 774 mil.
No campo operacional, a produção dos ativos da Phoenix atingiu 4.528 boe no 1T26, alta de 10,8% frente ao trimestre anterior. Considerando também os Polos Barrinha e Porto Carão, a produção totalizou 7.383 boe, avanço de 7,2% no mesmo comparativo, em cenário de paradas programadas para melhorias e adequações operacionais.
Durante o trimestre, a companhia celebrou acordo com a PVE para criação de uma nova subsidiária que reunirá o Campo de Andorinha, seis blocos exploratórios na Bacia Potiguar e a participação em 12 campos dos Polos Porto Carão e Barrinha. A nova empresa será incorporada pela Azevedo & Travassos Energia em troca de ações equivalentes a 10,25% do capital social, operação que ainda depende de aprovação em Assembleia Geral Extraordinária.






