A primeira semana de maio foi marcada por uma bateria de balanços e decisões regulatórias, com destaque para o Itaú Unibanco (ITUB4), que registrou lucro de R$ 12,3 bi no 1T26 e Índice de Basileia de 14,8%. Entre as grandes empresas não financeiras, a Ambev (ABEV3) divulgou alta de receita e EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) no 1T26, com lucro de R$ 3,8 bi e aprovação de JCP (juros sobre capital próprio) de R$ 0,449 por ação para 2026. Na B3 (B3SA3), o lucro alcançou R$ 1,5 bi no trimestre, enquanto a petroleira PRIO (PRIO3) reportou lucro de US$ 460 mi no 1T26 e produção diária de 173,4 mil barris de óleo equivalente por dia em abril.

No setor de energia elétrica, a semana concentrou decisões de longo prazo: a CPFL Energia (CPFE3) concluiu a renovação de concessões por 30 anos, movimento replicado pela Energisa (ENGI3) em quatro concessões também prorrogadas por 30 anos e pela Light (LIGT3), que obteve renovação da concessão por igual período. A Equatorial (EQTL3) anunciou a renovação de concessões no Maranhão e no Pará, enquanto Axia Energia (AXIA3) divulgou lucro ajustado de R$ 3,7 bi no 1T26, início de processo de sucessão, aprovação de até R$ 4 bi para resgate de PNC em 2026 e venda de ativos por R$ 451,5 mi. No mesmo segmento, Auren Energia (AURE3) registrou EBITDA ajustado de R$ 926 mi e a Brava Energia (BRAV3) informou EBITDA ajustado de R$ 1,6 bi no 1T26, além de produção de 79,8 mil barris de óleo equivalente por dia em abril.

Os balanços do 1T26 dominaram a agenda em bancos, consumo, educação e saúde. No setor financeiro, o Bradesco (BBDC4) teve lucro recorrente de R$ 6,8 bi, o BB Seguridade (BBSE3) registrou lucro de R$ 2,2 bi e a Caixa Seguridade (CXSE3) lucro de R$ 1,1 bi; Banco Mercantil (BMEB4) lucrou R$ 273 mi, ABC Brasil (ABCB4) R$ 230,2 mi, Banco BMG (BMGB4) lucro recorrente de R$ 147 mi, Banco Pine (PINE4) R$ 149,9 mi e IRB Brasil (IRBR3) R$ 102 mi. No varejo, Lojas Renner (LREN3) lucrou R$ 257 mi, Magazine Luiza (MGLU3) registrou EBITDA de R$ 718 mi e prejuízo de R$ 55,2 mi, Guararapes (RIAA3) lucro de R$ 5 mi e JCP de R$ 0,07967127013 por ação, Vivara (VIVA3) lucro de R$ 88,2 mi e aprovação de recompra de até 12,3 mi de ações ON, enquanto C&A (CEAB3) registrou lucro ajustado de R$ 8 mi e aprovou novo programa de recompra. Em educação, Yduqs (YDUQ3) reportou receita de R$ 1,5 bi, divulgou projeção de FCA para 2026 e projeções de lucro por ação até 2030, Vitru Educação (VTRU3) teve lucro ajustado de R$ 91,8 mi e Ânima (ANIM3) lucro de R$ 106,2 mi; na saúde, Rede D'Or (RDOR3) lucrou R$ 1,2 bi, Fleury (FLRY3) R$ 201,2 mi, Odontoprev (ODPV3) R$ 151 mi e Rede Mater Dei (MATD3) R$ 32,6 mi.

Fusões, aquisições, emissões e mudanças societárias também movimentaram a semana. A TIM (TIMS3) concluiu a compra da I-Systems por R$ 947 mi, a Profarma (PFRM3) finalizou a aquisição da 4Bio Medicamentos e a Log Commercial Properties (LOGG3) vendeu ativos por R$ 1,02 bi. Entre ofertas de ações e capital, a Cosan (CSAN3) concluiu oferta de R$ 2,8 bi em ações da Compass, a Simpar (SIMH3) encerrou subscrição de R$ 1,8 bi em aumento de capital e a Movida (MOVI3) atingiu a subscrição máxima em seu aumento, além de divulgar projeção de lucro líquido para o 2T26. No campo societário, a Neogrid (NGRD3) lançou OPA a R$ 30,89 por ação, a Alaska oscilou sua participação na Assaí (ASAI3) entre 5% e 4,99%, gestoras como Brandes, Fourth Sail, Baillie Gifford, BlackRock, BTG Pactual, Morgan Stanley e Squadra comunicaram posições de 5% ou mais em EMBR3, AMOB3, NATU3, ABCB4, BIOM3, RCSL4 e MULT3, enquanto empresas como Méliuz (CASH3), Neoenergia (NEOE3), Valid (VLID3), Lavvi (LAVV3), Irani (RANI3), BR Partners (BRBI11), EcoRodovias (ECOR3), Vittia (VITT3) e Ambev (ABEV3) aprovaram dividendos, JCP, resgates ou programas de recompra de ações.

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