Na quarta-feira, 6 de maio de 2026, a Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos (PFRM3) divulgou que registrou EBITDA ajustado de R$ 64,7 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 12,0% em relação ao 1T25. A companhia informou ainda lucro líquido ajustado de R$ 1,5 milhão no período e receita bruta consolidada de R$ 3,4 bilhões, crescimento de 7,2% ante o mesmo trimestre do ano anterior.
A empresa explicou que o trimestre é sazonalmente mais fraco e que o resultado líquido refletiu estoques mais elevados no início do período somados ao ambiente de juros ainda alto. Mesmo assim, o Grupo Profarma reduziu a alavancagem para 1,9 vez a dívida líquida sobre o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado dos últimos 12 meses, abaixo das 2,0 vezes observadas no 1T25.
No consolidado dos últimos 12 meses até o 1T26, a receita bruta somou R$ 13,5 bilhões, avanço de 9,2% contra o mesmo intervalo anterior, enquanto o lucro bruto atingiu R$ 1,8 bilhão, com margem bruta de 15,4% sobre a receita líquida. O EBITDA ajustado acumulado em 12 meses foi de R$ 399,7 milhões, alta de 17,3% em relação ao período equivalente, com margem de 3,4%.
Na divisão de distribuição, a receita bruta alcançou R$ 3,2 bilhões no 1T26, aumento de 7,9% na comparação anual, e o EBITDA ajustado ficou em R$ 48,3 milhões, com margem de 1,8% sobre a receita líquida. Já a rede de varejo farmacêutico d1000 registrou receita bruta de R$ 695,9 milhões, crescimento de 21,9% sobre o 1T25, e EBITDA ajustado de R$ 17,9 milhões, com margem de 2,6% sobre a receita bruta.
A companhia destacou ainda que concluiu em 4 de maio de 2026 a aquisição da distribuidora de medicamentos especiais 4BIO, operação estruturada integralmente via seller finance em cinco anos, a custo de 100% do CDI. Segundo o comunicado, as sinergias esperadas são comerciais, logísticas e fiscais, com captura ao longo dos próximos 12 meses, e a geração de caixa da própria adquirida deverá absorver majoritariamente o pagamento da transação.








