Na terça-feira, 5 de maio de 2026, a Iguatemi (IGTI11) divulgou que registrou lucro líquido de R$ 237,6 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), aumento de 121,2% em relação ao 1T25. A receita líquida ajustada, que exclui o efeito da linearização, somou R$ 368,9 mi no período, avanço de 11,8% na comparação anual.

No mesmo intervalo, o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado consolidado atingiu R$ 405,2 mi, alta de 65,9% frente ao 1T25, com margem EBITDA ajustada de 109,9%. O lucro líquido ajustado ficou em R$ 239,5 mi, 110,3% acima do registrado um ano antes, com margem líquida ajustada de 64,9%.

A receita bruta totalizou R$ 414,8 mi no 1T26, crescimento de 11,7% sobre o mesmo período do ano anterior, impulsionada por aluguel mínimo mensal de R$ 220,5 mi, aluguel percentual de R$ 19,7 mi, locação temporária de R$ 25,6 mi, taxa de administração de R$ 22,9 mi, estacionamento de R$ 63,4 mi, outras receitas de shoppings de R$ 6 mi e R$ 56,7 mi do varejo Iguatemi 365 e I-Retail. O NOI (resultado operacional dos imóveis) consolidado na participação Iguatemi alcançou R$ 276,0 mi, alta de 7,9%, com margem de 92,2%.

Do lado operacional, as vendas totais do portfólio de shoppings chegaram a R$ 5,68 bi no 1T26, aumento de 12,8% em relação ao 1T25. As vendas mesmas lojas (SSS) cresceram 5,2% e as vendas mesmas áreas (SAS) avançaram 7,8%, enquanto os aluguéis mesmas lojas (SSR) subiram 6,0% e os aluguéis mesmas áreas (SAR) 6,7%. A taxa de ocupação dos shoppings ficou em 97,3%, ante 96,6% um ano antes, e a inadimplência líquida recuou para 0,7%.

A companhia informou ainda que o FFO (funds from operations, indicador de geração de caixa operacional) ajustado somou R$ 274,7 mi no 1T26, alta de 98,4% frente ao 1T25, com margem FFO ajustada de 74,5%. A alavancagem ao fim do trimestre era de 1,29 vez a relação dívida líquida sobre o EBITDA ajustado; desconsiderando o impacto de ganho de capital com venda de participações minoritárias no 1T26 e 2T25, a relação seria de 1,60 vez.

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