Na terça-feira, 5 de maio de 2026, a TIM (TIMS3) divulgou que registrou lucro líquido normalizado de R$ 821 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 1,3% em relação ao 1T25. No mesmo período, a receita líquida totalizou R$ 6,806 bilhões, crescimento de 6,5% na comparação anual, apoiada pelo desempenho dos serviços móvel e fixo.
A companhia informou que a receita de serviços somou R$ 6,644 bilhões no 1T26, também 6,5% acima do ano anterior, com o serviço móvel chegando a R$ 6,253 bilhões (+5,6% A/A) e o serviço fixo a R$ 391 milhões (+22,8% A/A), impulsionado pela TIM Ultrafibra. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) normalizado foi de R$ 3,287 bilhões, avanço de 6,6% na base anual, enquanto o EBITDA-AL (EBITDA após arrendamentos) normalizado alcançou R$ 2,523 bilhões, alta de 7,8%, com margem de 37,1%.
Os custos e despesas operacionais normalizados da operação somaram R$ 3,519 bilhões no 1T26, aumento de 6,3% frente ao 1T25, representando 51,7% da receita líquida. O Capex atingiu R$ 1,354 bilhão, equivalente a 19,9% da receita líquida, refletindo maior alocação em infraestrutura de rede e a expansão da cobertura 5G, que alcançou 1.094 cidades ao fim de março de 2026.
O fluxo de caixa operacional, calculado como EBITDA-AL normalizado menos Capex, foi de R$ 1,169 bilhão no trimestre, crescimento de 16,8% em 12 meses, com margem de 17,2%. O fluxo de caixa operacional livre somou R$ 453 milhões, 54% acima do 1T25, enquanto as posições de caixa e títulos de valores mobiliários chegaram a R$ 5,871 bilhões ao final de março de 2026.
A TIM reportou dívida total pós-hedge de R$ 17,191 bilhões ao fim do 1T26, incluindo R$ 13,677 bilhões em leases, resultando em dívida líquida total de R$ 11,320 bilhões e relação dívida líquida total/EBITDA normalizado de 0,82 vez. No período, o conselho de administração aprovou distribuição de Juros sobre Capital Próprio (JCP, Juros sobre Capital Próprio) de R$ 390 milhões, e a companhia reiterou projeção de distribuir entre R$ 5,3 bilhões e R$ 5,5 bilhões em remuneração aos acionistas em 2026.








